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Distrito Federal

Mulher que foi assassinada e queimada será enterrada neste sábado

Janaína Rodrigues da Silva, 45 anos, foi encontrada com sinais de esfaqueamento e com o corpo carbonizado

11/09/2026 20:22
Carla Sena/Arte Metrópoles
Mulher que foi assassinada e queimada será enterrada neste sábado

Janaína Rodrigues da Silva, 45 anos, morta esfaqueada e encontrada carbonizada, na madrugada dessa quinta-feira (10/9), em uma chácara na AR 18, em Sobradinho II, será velada no cemitério de Sobradinho (DF) neste sábado (12/9). O velório está previsto para as 8h, com sepultamento a partir das 10h. Janaína deixa duas filhas.

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3 imagens
Segundo testemunha, um homem foi visto arrastando o corpo de Janaína para a chácara antes de fugir do local
Janaína foi descrita pela filha como uma mulher humilde, de bom coração e que nunca fez mal a ninguém
Janaína Rodrigues da Silva, de 45 anos, era moradora da AR 15 e deixou duas filhas, de 23 e 20 anos
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Janaína Rodrigues da Silva, de 45 anos, era moradora da AR 15 e deixou duas filhas, de 23 e 20 anos

Material cedido ao Metrópoles
Segundo testemunha, um homem foi visto arrastando o corpo de Janaína para a chácara antes de fugir do local
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Segundo testemunha, um homem foi visto arrastando o corpo de Janaína para a chácara antes de fugir do local

Material cedido ao Metrópoles
Janaína foi descrita pela filha como uma mulher humilde, de bom coração e que nunca fez mal a ninguém
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Janaína foi descrita pela filha como uma mulher humilde, de bom coração e que nunca fez mal a ninguém

Material cedido ao Metrópoles

O caso

O corpo da mulher foi localizado em uma chácara abandonada, na madrugada de quinta-feira (10/9), parcialmente carbonizado. De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a vítima, encontrada já sem vida, estava nua e apresentava sinais de agressão por arma branca. O caso está sendo investigado pela 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II).

O autor do crime fugiu antes da chegada da equipe do 13º Batalhão de Polícia Militar (Sobradinho).

Uma testemunha ouvida na 35ª DP relatou ter visto um homem arrastando o corpo. Quando a pessoa tentou se aproximar da cena do crime, o suspeito teria avançado em sua direção e, em seguida, fugido do local.

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Possíveis respingos de sangue em uma madeira usada como parede de uma casa
Marca vermelha que pode ser vestígio de sangue
Roupas jogadas na casa
Mala com roupas no local onde mulher foi morta
Local onde mulher foi morta
Local onde estava a fogueira que a mulher foi queimada
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Local onde estava a fogueira que a mulher foi queimada

Imagem: Luis Fellype Rodrigues
Possíveis respingos de sangue em uma madeira usada como parede de uma casa
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Possíveis respingos de sangue em uma madeira usada como parede de uma casa

Imagem: Luis Fellype Rodrigues
Marca vermelha que pode ser vestígio de sangue
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Marca vermelha que pode ser vestígio de sangue

Imagem: Luis Fellype Rodrigues
Roupas jogadas na casa
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Roupas jogadas na casa

Imagem: Luis Fellype Rodrigues
Mala com roupas no local onde mulher foi morta
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Mala com roupas no local onde mulher foi morta

Imagem: Luis Fellype Rodrigues
Local onde mulher foi morta
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Local onde mulher foi morta

Imagem: Luis Fellype Rodrigues

“Humilde” e “de coração bom”

“Humilde”, de “coração bom”, “gente boa” e uma mulher que “nunca fez mal a ninguém”. É assim que Sther Lauanny, 23, descreve a mãe.

Além de Sther, Janaína deixa outra filha, uma jovem de 20 anos. O reconhecimento do corpo foi feito pela outra filha da vítima que procurou a 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho) depois de saber que uma mulher havia sido assassinada na região.

“Eu não tinha forças para ir lá reconhecer. Até agora quero acreditar que foi um engano, que não é ela. Ela não merecia essa maldade, era uma mulher humilde, de um coração tão bom, nunca fez mal a ninguém”, definiu a filha mais velha.

Ex-companheiro foi ouvido

A 35ª DP ouviu, durante a manhã de quinta-feira (10/9), um ex-companheiro de Janaína, com quem ela se relacionou há cerca de 25 anos. Ele é pai das duas filhas da vítima. A polícia não divulgou detalhes do depoimento, nem informou eventual relação dele com o crime.

Até a última atualização desta reportagem, o assassino de Janaína ainda não havia sido sequer identificado pela Polícia Civil do DF.