Mulher que foi assassinada e queimada será enterrada neste sábado
Janaína Rodrigues da Silva, 45 anos, foi encontrada com sinais de esfaqueamento e com o corpo carbonizado

Janaína Rodrigues da Silva, 45 anos, morta esfaqueada e encontrada carbonizada, na madrugada dessa quinta-feira (10/9), em uma chácara na AR 18, em Sobradinho II, será velada no cemitério de Sobradinho (DF) neste sábado (12/9). O velório está previsto para as 8h, com sepultamento a partir das 10h. Janaína deixa duas filhas.
O caso
O corpo da mulher foi localizado em uma chácara abandonada, na madrugada de quinta-feira (10/9), parcialmente carbonizado. De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a vítima, encontrada já sem vida, estava nua e apresentava sinais de agressão por arma branca. O caso está sendo investigado pela 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II).
O autor do crime fugiu antes da chegada da equipe do 13º Batalhão de Polícia Militar (Sobradinho).
Uma testemunha ouvida na 35ª DP relatou ter visto um homem arrastando o corpo. Quando a pessoa tentou se aproximar da cena do crime, o suspeito teria avançado em sua direção e, em seguida, fugido do local.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF“Humilde” e “de coração bom”
“Humilde”, de “coração bom”, “gente boa” e uma mulher que “nunca fez mal a ninguém”. É assim que Sther Lauanny, 23, descreve a mãe.
Além de Sther, Janaína deixa outra filha, uma jovem de 20 anos. O reconhecimento do corpo foi feito pela outra filha da vítima que procurou a 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho) depois de saber que uma mulher havia sido assassinada na região.
“Eu não tinha forças para ir lá reconhecer. Até agora quero acreditar que foi um engano, que não é ela. Ela não merecia essa maldade, era uma mulher humilde, de um coração tão bom, nunca fez mal a ninguém”, definiu a filha mais velha.
Ex-companheiro foi ouvido
A 35ª DP ouviu, durante a manhã de quinta-feira (10/9), um ex-companheiro de Janaína, com quem ela se relacionou há cerca de 25 anos. Ele é pai das duas filhas da vítima. A polícia não divulgou detalhes do depoimento, nem informou eventual relação dele com o crime.
Até a última atualização desta reportagem, o assassino de Janaína ainda não havia sido sequer identificado pela Polícia Civil do DF.





















