Professora encontrada morta com a esposa não tinha sinal de violência
Sem sinais de invasão ao imóvel ou marcas aparentes de violência, mortes de diretora de escola e companheira mobilizam investigação em Goiás

A ausência de sinais de arrombamento no imóvel e a inexistência de indícios aparentes de violência nos corpos são, até o momento, alguns dos principais elementos que norteiam a investigação sobre a morte da professora Tatiana Chagas dos Santos, 51 anos, e da companheira dela, de 42. As duas foram encontradas sem vida dentro da casa onde moravam, no Jardim América, em Anápolis, na região central de Goiás, na madrugada do último domingo (21/6).
De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas para o endereço após uma ocorrência e encontraram as vítimas já sem sinais vitais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e confirmou os óbitos ainda no local. Não havia indícios de invasão à residência.
A Polícia Civil de Goiás instaurou inquérito para apurar as circunstâncias das mortes e aguarda os laudos da perícia para esclarecer o caso. A Polícia Técnico-Científica também esteve na residência e realizou os procedimentos necessários para a coleta de vestígios e análise do ambiente.
Laudos
As autoridades ainda não divulgaram oficialmente a causa das mortes nem apontaram qualquer hipótese sobre o que teria provocado os óbitos. A polícia ainda espera pelos laudos produzidos pelo peritos para apontar as causas.
A notícia causou forte comoção em Anápolis. Tatiana Chagas dos Santos era diretora do Colégio Estadual Professor Heli Alves e dedicou mais de 20 anos à educação pública goiana. Nas redes sociais, amigos, colegas de profissão, estudantes e ex-alunos prestaram homenagens à gestora, destacando o comprometimento dela com o ensino e o carinho dispensado à comunidade escolar.



