Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

Professor do DF que estuprou filha apalpava mulheres em bares

Professor da rede pública é procurado pela Polícia Civil por estupro de vulnerável contra a própria filha, uma garotinha de 8 anos

13/02/2026 10:04, atualizado 13/02/2026 10:36
Compartilhar notícia
Arte/Metrópoles
Professor do DF que estuprou filha apalpava mulheres em bares

O professor de educação básica da rede pública do Distrito Federal procurado pela Polícia Civil do DF (PCDF) por estupro de vulnerável contra a própria filha, uma garotinha de 8 anos, também é suspeito de apalpar mulheres em bares.

Segundo a corporação, o investigado — que não vai ter o nome divulgado para preservar a vítima — tem contra ele diversas ocorrências de importunação sexual.


Mais detalhes: 

  • O caso veio à tona na quinta-feira (12/2) e é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
  • Segundo a polícia, o docente cometeu o crime em 2021.
  • A coluna apurou que ele abusava da filha fazendo atos obscenos e esfregando o pênis na criança enquanto ela dormia.
  • O pai ainda se masturbava na frente dela e pedia para que ela tocasse no órgão genital dele.
  • O professor ainda é acusado de assediar mulheres em um bar da Asa Sul. Na ocasião, ele teria apalpado as partes íntimas das vítimas.

Professor é afastado

Metrópoles entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF). A pasta informou que não sabia das graves acusações que pesam contra o docente e esclareceu que não havia recebido qualquer comunicado oficial por parte dos órgãos de segurança acerca dos crimes mencionados.

Em dezembro, o suspeito recebeu salário de R$ 22.685,19.

A secretaria contou que, ao tomar conhecimento dos fatos, passou a buscar, junto aos órgãos competentes, informações oficiais necessárias para adotar as providências administrativas cabíveis.

O servidor foi devolvido para a área central da secretaria e não está mais exercendo atividades na escola nem em outras salas de aula.

Por fim, o órgão ressaltou que “repudia veementemente qualquer prática de violência e reafirma seu compromisso com a integridade, a segurança e a proteção dos estudantes e de toda a comunidade escolar”.