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Polícia Federal prende Bilzinha, comparsa do traficante Robocop

Robocop foi surpreendido e preso por policiais federais em um quarto de hotel, em Goiânia (GO)

atualizado

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Hugo Barreto/Metrópoles
Treinamento da Polícia Federal
1 de 1 Treinamento da Polícia Federal - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A Polícia Federal prendeu, nessa quinta-feira (21/10), uma traficante conhecida como Bilzinha. A mulher é integrante de uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas nos municípios de São Mateus e Conceição da Barra, no Espírito Santo. A quadrilha armada é liderada por um mafioso chamado Robocop, traficante extremamente violento, com envolvimento em vários homicídios na disputa pelo controle das áreas de venda de entorpecentes.

Segundo a PF, Robocop foi surpreendido e preso por policiais federais em um quarto de hotel, em Goiânia (GO). A detenção ocorreu em junho deste ano. No mesmo mês, outro importante membro da organização, apelidado de Mirim, foi preso em Nanuque (MG).

Em agosto, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), de Governador Valadares (MG), prendeu outros dois integrantes da quadrilha de Robocop, conhecidos como Mykon e Guzinho. De acordo com os policiais, Guzinho, tido como um dos executores do bando, é suspeito de ter envolvimento em mais de 20 homicídios na região de Jaguaré (ES), no Norte do Espírito Santo.

“A prisão do líder da quadrilha gerou uma debandada em seu grupo criminoso, forçando os integrantes da organização a se esconderem em outros estados brasileiros para evitar a prisão e viabilizar a continuidade do tráfico de drogas no Norte capixaba”, informou a corporação.
Armas

Durante as investigações que resultaram na prisão de Bilzinha, um morador fez o seguinte relato a um dos agentes federais: “Uma vez, um conhecido foi à casa dela pedir para descobrir quem o tinha assaltado no bairro. Ele me disse que tinham seis armas em cima da mesa, que ela estava limpando. Aí, chegaram uns caras, Bilzinha foi entregando as armas e disse para eles irem lá matar todo mundo, não deixar ninguém vivo”, disse. O depoimento comprova o grau de periculosidade da criminosa.

Para o superintendente da PF, Eugênio Ricas, as prisões realizadas demonstram de forma cabal a eficiência do modelo de trabalho de uma força-tarefa. Para ele, a capilaridade da PF, que tem unidades em todo o território nacional, e o trabalho de cooperação com forças de outros estados, foram fundamentais para colocar fim a uma organização criminosa que aterrorizou o Espírito Santo.

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