Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

PCDF prende cinco pessoas suspeitas de adulterar e vender celulares

Grupo praticava o chamado falso reembolso: comprava os celulares, pedia reembolso alegando defeito, mas não devolvia os aparelhos

05/11/2026 11:29, atualizado 05/11/2026 12:16
Reprodução / PCDF
Operação OFFService

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, nesta quinta-feira (5/11), a segunda fase da Operação OFFService, que visa desarticular uma organização criminosa especializada no chamado golpe do reembolso. Cinco pessoas foram presas.

Nesta segunda etapa, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e três de prisão temporária, além de sete de busca e apreensão. Durante as diligências, os policiais apreenderam celulares dos investigados, computadores e dois veículos.

Imagens: 

PCDF prende cinco pessoas suspeitas de adulterar e vender celulares - destaque galeria
3 imagens
Quadrilha causou R$ 4 milhões de prejuízo com golpe do reembolso
Operação OFFService
Celulares revendidos
1 de 3

Celulares revendidos

Reprodução / PCDF
Quadrilha causou R$ 4 milhões de prejuízo com golpe do reembolso
2 de 3

Quadrilha causou R$ 4 milhões de prejuízo com golpe do reembolso

Reprodução / PCDF
Operação OFFService
3 de 3

Operação OFFService

Reprodução / PCDF

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Como o esquema funcionava

Segundo a Divisão de Falsificações e Defraudações (Difraudes), da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf), a quadrilha agia comprando celulares com CPFs falsos e pedia reembolso alegando que os smartphones estavam com defeito. Quando o vendedor devolvia o dinheiro, os acusados não devolviam os aparelhos.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Em seguida, o grupo alterava a identificação internacional de equipamento móvel (Imei), número de série único de cada aparelho, para dificultar a identificação dos celulares furtados. Por fim, o grupo revendia os smartphones no mercado paralelo ou em lojas ligadas ao líder da organização criminosa.

O prejuízo causado às grandes plataformas de comércio eletrônico é estimado em aproximadamente R$ 4 milhões.