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Na Mira

Operação Tarja Preta: farmácias vendiam remédios falsificados pelo zap

Investigações confirmaram que receitas de remédios tarja preta eram falsificadas ou tinham carimbos falsos. Médicos foram ouvidos pela PCGO

14/01/2025 12:45, atualizado 14/01/2025 18:20
Operação Tarja Preta: farmácias vendiam remédios falsificados pelo zap
Operação Tarja Preta: farmácias vendiam remédios falsificados pelo zap

A 1ª Delegacia Distrital de Polícia de Trindade (GO) deflagrou a Operação Tarja Preta, para investigar suspeitas de venda de remédios controlados falsificados em farmácias.

Os policiais civis cumpriram 14 mandados de busca e apreensão, sendo seis em farmácias e o restante nas residências dos farmacêuticos, e de proprietários desses estabelecimentos. Durante as buscas, foram apreendidas diversas receitas falsificadas, anabolizantes, receitas amarelas em branco, receitas brancas sem origem.

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WhatsApp era uma das plataformas usadas pelos criminosos
Farmácias vendiam remédios sem receita por meio das mídias sociais
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WhatsApp era uma das plataformas usadas pelos criminosos
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WhatsApp era uma das plataformas usadas pelos criminosos

As investigações começaram no ano passado, quando os policiais receberam denúncias da vigilância sanitária municipal. As informações iniciais eram de que farmácias em Trindade vendiam medicamentos sem prescrição – especificamente a receita amarela, de controle rigoroso pelo Estado.

Durante as apurações, os policiais verificaram que os suspeitos falsificavam esses papéis ou usavam carimbos falsos. Além disso, os médicos que teriam prescrito os remédios, segundo os documentos, foram ouvidos e negaram ter assinado as receitas.

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Provas em celulares apreendidos

Após a apreensão de alguns itens como celulares, a polícia descobriu que o fornecimento dos medicamentos sem receita era recorrente e que, normalmente, custavam o dobro do preço.

A investigação continua para identificação de outros possíveis suspeitos, para descoberta de outras eventuais farmácias envolvidas no esquema, para detecção de outros médicos possivelmente prejudicados e para identificação da origem das receitas falsificadas.

Os investigados podem responder pelos crimes de falsificação de documento público, falsidade ideológica, venda de medicamento em desacordo com receita médica e associação criminosa.