Na Mira

O que se sabe sobre a vítima achada esquartejada em estação de esgoto

Coluna Na Mira apurou que vítima era Thalita Marques Berquó Ramos. Identidade dela foi confirmada pela PCDF em 13 de fevereiro último

atualizado

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Quem era a mulher que teve cabeça arrancada e jogada em rede de esgoto
1 de 1 Quem era a mulher que teve cabeça arrancada e jogada em rede de esgoto - Foto: Reprodução

A cabeça e as pernas encontradas na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb) são de Thalita Marques Berquó Ramos (foto em destaque), 36 anos. As partes do corpo dela foram achadas no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), próximo à Vila Telebrasília, em 14 de janeiro deste ano.

A coluna Na Mira apurou que a identidade de Thalita foi confirmada em 13 de fevereiro último. Agora, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) tenta descobrir outros detalhes sobre a morte brutal da vítima, que não teve a profissão divulgada.

Veja fotos de Thalita:

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6 imagens
Thalita foi morta após reclamar de qualidade da droga que comprou
Um homem foi preso, e dois adolescentes apreendidos pelo crime
Thalita Marques Berquó Ramos tinha 36 anos
Thalita Berquó tinha 36 anos
Vítima teria sido agredida a pauladas antes de ser esquartejada
Thalita estudava e se dedicava à prática de muay thai
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Thalita foi morta após reclamar de qualidade da droga que comprou
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Thalita Marques Berquó Ramos tinha 36 anos
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Thalita Marques Berquó Ramos tinha 36 anos

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Thalita Berquó tinha 36 anos
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Thalita Berquó tinha 36 anos

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Vítima teria sido agredida a pauladas antes de ser esquartejada
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Vítima teria sido agredida a pauladas antes de ser esquartejada

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O que se sabe até agora

  • A cabeça e as duas pernas de Thalita foram achadas por um funcionário terceirizado da Caesb que fazia limpeza do gradeamento da ETE.
  • A identificação dela se deu por meio do uso de técnicas médico-legais e odontolegais, com análise de antropologia forense e exames genéticos.
  • A vítima levou seis facadas no rosto, e o corpo dela apresentava um furo, cujo item causador ainda não foi identificado.
  • A suspeita inicial é de que Thalita teria sido brutalmente agredida a pauladas, antes de ser degolada e ter as pernas arrancadas.
  • Antes de desaparecer, em 11 de janeiro de 2025, Thalita enviou mensagens à mãe pelo WhatsApp e disse estar no Guará com um amigo.
  • Dois dias depois, a vítima voltou a conversar com a mãe pelo WhatsApp. Essa foi a última vez que as duas se comunicaram.
  • O amigo da vítima informou à polícia que Thalita chamou um carro por aplicativo para deixá-la na QE 46 do Guará 2.
  • Já o motorista que a transportou disse aos investigadores que a passageira falou que uma amiga a buscaria no local de destino.
  • A pedido do pai da vítima, o Instituto de Medicina Legal (IML) liberou o corpo para cremação, após registro e emissão da certidão do óbito.

Em 3 de fevereiro, a família de Thalita registrou boletim de ocorrência sobre o desaparecimento dela. Em depoimento, a mãe da vítima contou que Thalita eventualmente usava cocaína e que chegou a ser internada devido ao consumo da droga.

A mãe acrescentou que a vítima havia “sumido” em outras oportunidades, mas nunca tinha ficado desaparecida por tanto tempo. O caso está sob responsabilidade da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) e, até a mais recente atualização desta reportagem, não havia uma linha de investigação específica definida.

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