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Mulher revela motivo chocante de ter decapitado companheiro

Suspeita alega ter agido para impedir suposto abuso contra filho de 3 anos; versão ainda é investigada pela Polícia Civil de São Paulo

atualizado

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Reprodução/Redes sociais
homem e mulher fazendo selfie
1 de 1 homem e mulher fazendo selfie - Foto: Reprodução/Redes sociais

Novos elementos surgiram no caso da mulher acusada de matar e decapitar o próprio companheiro, no último domingo (29/3), trazendo ainda mais gravidade à ocorrência. De acordo com a Polícia Civil de São Paulo, em depoimento oficial, Paula Elen Neves da Silva afirmou que cometeu o crime após suspeitar de um abuso sexual envolvendo seu filho mais novo, de apenas 3 anos.

Segundo relato da suspeita, ela teria presenciado o momento em que o companheiro, identificado como Daniel dos Santos, abriu a fralda da criança. Diante da situação, Paula declarou que reagiu imediatamente, utilizando uma faca para atacar o homem, com o objetivo de interromper o suposto abuso.

Apesar da versão apresentada, as autoridades seguem apurando os fatos. Isso porque, conforme informações preliminares, horas antes do crime, a mulher, a vítima e um amigo teriam consumido bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes, o que pode ter influenciado diretamente na dinâmica do ocorrido.

Suspeita não confirmada

O delegado responsável pelo caso afirmou que, até o momento, a justificativa apresentada pela suspeita não pode ser confirmada. Um dos pontos que levantam dúvidas é o fato de a vítima estar dormindo no momento em que foi atacada, conforme apontam as investigações iniciais.

A ocorrência foi registrada como homicídio qualificado, fraude processual e destruição de cadáver. A perícia técnica esteve no local e realizou os primeiros levantamentos, que devem contribuir para o esclarecimento dos fatos.

Paula foi presa em flagrante e encaminhada inicialmente a uma unidade hospitalar, devido a um ferimento na mão. Após receber atendimento médico, ela foi levada ao Distrito Policial Central, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Posteriormente, a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva, e a suspeita seguirá detida enquanto o caso continua sendo investigado pelas autoridades competentes.

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