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“Morre hoje”, ameaçou homem que obrigava vítimas a fazer vídeo de sexo

Vítimas eram obrigadas a gravar conteúdos pornográficos e realizar atos sexuais com outros homens sob ameaça do jovem, 25, preso nesta 5ª

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O jovem de 25 anos, preso por cometer crimes de estupro e extorsão contra duas adolescentes do Distrito Federal, ameaçava as vítimas com mensagens no WhatsApp.

“Vai tomar no cú (sic). Tu morre hoje”, escrevia o homem para as adolescentes. O criminoso acabou preso pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), que cumpriu mandados de prisão temporária, busca e apreensão contra o jovem na manhã desta quinta-feira (4/11).

Veja as ameaças:

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Ameaças eram explicitas até contra a vida das adolescentes
Policiais cumprem mandados da Operação Boca Negra
Mensagens de abusador revelam diversos xingamentos contra vítimas
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Ameaças eram explicitas até contra a vida das adolescentes
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Ameaças eram explicitas até contra a vida das adolescentes

Policiais cumprem mandados da Operação Boca Negra
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Policiais cumprem mandados da Operação Boca Negra

Divulgação/PCDF

A Operação Boca Negra teve apoio da Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente de Fortaleza, na cidade de Maracanau, no Ceará.

Segundo a investigação, o criminoso aliciava as menores de 18 anos pela internet e oferecia dinheiro em troca de fotos e vídeos íntimos. Com obtenção do material, ele passava a ameaçá-las, dizendo que divulgaria as imagens a familiares e conhecidos caso elas não gravassem mais vídeos pornográficos.

Durante a operação, os investigadores localizaram centenas de arquivos com conteúdo de pedofilia. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) não descarta que tenha mais vítimas na capital federal.

“As adolescentes chegaram a realizar diversos atos sexuais com outros homens sob ameaça do criminoso, que nunca se dava por satisfeito com os materiais enviados. Por fim, após submeter as vítimas a intenso sofrimento sexual e sobretudo psicológico, o envolvido exigiu pagamento em dinheiro para cessar as ameaças”, destacou a delegada-chefe da DPCA, Simone Maria Silva.

Segundo a polícia, o acusado se utilizava de um perfil no Instagram com o nome “Gabriel Lucas”. Por meio desse perfil, realizou o contato inicial com as vítimas, que, posteriormente, se comunicavam com ele por meio do aplicativo de mensagens.

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