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Na Mira

Médico contrata capangas por R$ 7 mil para ameaçar servidora da saúde

O objetivo do médico era intimidar a servidora para que ela desistisse de exercer suas funções fiscalização; ele foi preso nesta terça-feira

18/11/2025 10:39, atualizado 18/11/2025 10:45
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Cavan Images / Getty Images
Foto colorida de um homem sentado, encostado na parece com luzes distorcidas - Metrópoles

Um médico de Rio Verde (GO), alvo de uma investigação conduzida pelo Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic) da Polícia Civil de Goiás (PCGO), foi preso na manhã desta terça-feira (18/11).

Durante a “Operação Retidão”, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão contra o profissional, que contratou detetives particulares para ameaçar, coagir e vigiar uma servidora pública e seus familiares. O objetivo era intimidar a servidora para que ela desistisse de exercer suas funções legais de fiscalização. Além das buscas na casa e no carro do investigado, os agentes apreenderam duas armas.

Imagens da operação:

Médico contrata capangas por R$ 7 mil para ameaçar servidora da saúde - destaque galeria
3 imagens
Armas apreendidas
Mansão com piscina
Buscas no carro do médico
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Buscas no carro do médico

Reprodução / PCGO
Armas apreendidas
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Armas apreendidas

Reprodução / PCGO
Mansão com piscina
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Mansão com piscina

Reprodução / PCGO

O médico investigado contratou dois detetives de Anápolis para permanecerem em Rio Verde por três dias, realizando vigilância constante sobre a servidora e seus familiares. Eles criaram perfis falsos para enviar ameaças diretas às vítimas, monitorando detalhadamente seus movimentos em locais como escola, residência, local de trabalho e empresas.

Embora os suspeitos tenham usado diversas técnicas de disfarce e investigação privada, a Polícia Civil conseguiu identificar todos os envolvidos e acessar as conversas trocadas entre o médico e os executores das ameaças. Os detetives receberam aproximadamente R$ 7 mil para os serviços de vigilância e intimidação realizados durante este período.