Metrópoles - O mais acessado do Brasil
Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

Integrante da quadrilha do Pix é preso com maconha, cocaína e ecstasy

Jovem de 23 anos foi preso no âmbito da Operação Payback, que investiga fraudes bancárias feitas por bug em aplicativo

Metrópoles - O mais acessado do Brasil
Compartilhar notícia
Divulgação
saco com comprimidos coloridos

Um homem foi preso nesta quarta-feira (20/7) na fase 3 da Operação Payback. Com ele encontraram maconha, cocaína e ecstasy. Morador de Ceilândia, o suspeito, de 23 anos, era um dos 26 alvos de prisão temporária. Na região administrativa, a polícia cumpriu outros nove mandados judiciais de busca e apreensão.

A Operação Payback é uma parceria da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para chegar aos estelionatários responsáveis por fraudes bancárias.

Veja as drogas encontradas com o preso:

Integrante da quadrilha do Pix é preso com maconha, cocaína e ecstasy - destaque galeria
3 imagens
Maconha em pote é encontrada por investigadores
Ecstasy encontrado em casa de investigado
Investigado em operação tinha cocaína
1 de 3

Investigado em operação tinha cocaína

Divulgação
Maconha em pote é encontrada por investigadores
2 de 3

Maconha em pote é encontrada por investigadores

Divulgação
Ecstasy encontrado em casa de investigado
3 de 3

Ecstasy encontrado em casa de investigado

Divulgação

O homem preso em Ceilândia também tinha balança de precisão, o que levou os investigadores à conclusão de que ele é um traficante de drogas. Além disso, ele teria praticado fraude a partir do aplicativo “internet mobile” de um banco.

PCDF e MPDFT investigam pelo menos 300 pessoas na Operação Payback

Os envolvidos deverão responder por furto mediante fraude eletrônica, com pena de 4 a 8 anos de reclusão e, possivelmente, de associação criminosa, com pena de 1 a 3 anos de reclusão.

A operação desta quarta-feira foi coordenada pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) e contou com apoio de outras unidades do Departamento de Polícia Especializada.