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Na Mira

Indígena de 17 anos que estava acampado no QG do Exército desaparece

Dirceu Tsai'Ré Tsõreró, da tribo Xavante, sumiu há 10 dias, após ir a um supermercado em Brasília. PCDF investiga o caso

, 19/12/2022 16:51, atualizado 19/12/2022 20:31
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Reprodução
índio adolescente

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apura o desaparecimento de um indígena, de 17 anos, da tribo Xavante, desaparecido há 10 dias. Dirceu Tsai’Ré Tsõreró desembarcou na capital federal, em 2 de dezembro, na companhia de outros integrantes da tribo vindos de Primavera do Leste, em Mato Grosso.

Todos estavam ocupando tendas e barracas erguidas no acampamento bolsonarista, em frente ao QG do Exército. O indígena adolescente sumiu na tarde do dia 9 de dezembro, após ir com um grupo até um supermercado, no Cruzeiro, para comprar mantimentos.

Segundo um dos integrantes do acampamento do QG, a ocorrência policial já foi registrada. “Quando o grupo voltou do mercado, a ausência de Dirceu foi notada e ninguém soube dizer onde ele poderia estar. Todos da tribo que estão no QG procuraram por ele, mas não conseguiram encontrar. Esse desaparecimento já tem 10 dias”, explicou Leonardo Portela, que está ajudando nas buscas.

Veja imagens do desaparecido:

Indígena de 17 anos que estava acampado no QG do Exército desaparece - destaque galeria
5 imagens
O indígena desapareceu após ir ao supermercado
O indígena não fala português fluente
Dirceu está desaparecido há 10 dias
Familiares estão desesperados com o desaparecimento de Dirceu
O indígena é procurado há 10 dias
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O indígena é procurado há 10 dias

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O indígena desapareceu após ir ao supermercado
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O indígena desapareceu após ir ao supermercado

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O indígena não fala português fluente
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O indígena não fala português fluente

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Dirceu está desaparecido há 10 dias
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Dirceu está desaparecido há 10 dias

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Familiares estão desesperados com o desaparecimento de Dirceu
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Familiares estão desesperados com o desaparecimento de Dirceu

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Dialeto

Dirceu não fala português e consegue entender poucas palavras. Ele fala apenas o dialeto nativo de sua tribo. Parentes mais próximos do indígena vieram do Mato Grosso para tentar localizar o adolescente. O caso é apurado pela 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul).

Membros do acampamento bolsonarista disponibilizaram o número (61) 98666-4774 para receber ligações de qualquer pessoas que tenha informações sobre o paradeiro do indígena. Quem quiser também pode enviar informações por meio do telefone 197 da Polícia Civil.