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Na Mira

Homem é detido por armazenar conteúdo de pedofilia, mas acaba liberado

Suspeito tem 24 anos e disse que conseguiu conteúdos por meio de aplicativo. Apurações vão continuar, e investigado ainda pode ser preso

11/09/2024 09:32, atualizado 11/09/2024 10:58
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PCDF/Divulgação
Imagem colorida de um computador

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (11/9), uma operação de combate à pedofilia. Investigadores cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa de um homem de 24 anos e, quando chegaram ao endereço, encontraram conteúdos de sexo com crianças no computador do suspeito.

Os policiais acharam 63 arquivos com materiais de pedofilia, além de apreenderem celulares e computadores. A PCDF não divulgou a região administrativa onde ocorreu a operação. O investigado foi levado à delegacia para prestar depoimento e afirmou que conseguiu as imagens e os vídeos em um grupo de aplicativo de mensagens.

O suspeito acabou liberado porque, segundo a PCDF, a situação não configuraria o previsto nas hipóteses legais de prisão em flagrante. O fato de o investigado ter sido autorizado a voltar para casa, no entanto, não significa que ele não possa ser preso eventualmente no futuro, a depender do avanço das investigações.

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Policiais apreenderam computadores do suspeito
Investigado guardava mais de 60 arquivos com conteúdos sexuais que envolviam menores de 18 anos
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Investigado guardava mais de 60 arquivos com conteúdos sexuais que envolviam menores de 18 anos

PCDF/Divulgação
Policiais apreenderam computadores do suspeito
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Policiais apreenderam computadores do suspeito

PCDF/Divulgação

Os próximos passos envolvem descobrir se o suspeito compartilhava ou negociava arquivos de pedofilia. Os policiais também pretendem verificar se ele fazia parte de grupos da internet voltados à divulgação desse tipo de conteúdo.

Ainda assim, o suspeito será indiciado com base no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), que proíbe “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”. A pena varia de um a quatro anos de reclusão, além do pagamento de multa.