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Na Mira

Grupo que furtava contas bancárias pelas redes sociais é alvo da PCDF

Operação Deep Fake cumpriu três mandados de busca e apreensão em Taguatinga e Águas Claras

Nathália Cardim, Mirelle Pinheiro, Carlos Carone08/12/2022 07:38, atualizado 08/12/2022 08:37
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Divulgação/PCDF
Policial em investigação PCDF

Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por meio da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Ordem Tributária e Fraudes (Corf) deflagrou a Operação Deep Fake, para combater um grupo criminoso que acessou ilegalmente, pela internet, contas bancárias de vítimas residentes em diversas unidades da Federação.

Segundo as investigações da PCDF, desde de abril de 2022, a quadrilha especializada na prática de crimes patrimoniais cometidos no ambiente da rede mundial de computadores enviou links com programas maliciosos para capturar dados sensíveis de correntistas e viabilizar a realização de transações bancárias indevidas. O envio dos links foi por mensagem de texto.

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Materiais apreendidos
Corf coordenou as investigações
Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Águas Claras e Taguatinga
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Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Águas Claras e Taguatinga

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Materiais apreendidos

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Corf coordenou as investigações
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Corf coordenou as investigações

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Com a utilização de tecnologia de inteligência artificial, os investigados alteraram cadastros de diversos clientes de instituições bancárias e realizaram transações fraudulentas que, somadas, alcançaram a quantia de R$ 338 mil.

O grupo alvo da operação chegou a movimentar mais de R$ 8 milhões em atividades suspeitas.

Os valores obtidos com o crime foram distribuídos para diversas empresas que atuam especialmente no ramo de alimentos e de distribuição de bebidas, com sede no Distrito Federal e em outros estados, em atividades típicas de lavagem de dinheiro.

Nesta quinta-feira (8/12), de acordo com a Corf, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Taguatinga e Águas Claras.

As investigações continuam e há indícios de que o bando cometeu os mesmos delitos contra muitas outras vítimas. Os criminosos poderão ser condenados a mais de 20 anos de reclusão pelos crimes de associação criminosa, estelionato virtual e lavagem de dinheiro.