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Golpistas fazem mais de 10 vítimas no DF com falsa venda de carros. Veja vídeo
Os golpistas utilizavam plataformas digitais, redes sociais e aplicativos para atrair vítimas interessadas em carros anunciados
atualizado
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Policiais civis da 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural/DF), com apoio da Polícia Civil da Bahia, prenderam em Salvador (BA) um homem investigado por aplicar golpes de falsas vendas de veículos pela internet. A Operação Marcha Ré foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (13/5).
Veja o momento da prisão:
As investigações apontam que mais de 10 vítimas no Distrito Federal foram alvo do esquema criminoso. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 60 mil em fraudes eletrônicas.
Carros abaixo do preço
Segundo a apuração, o grupo utilizava plataformas digitais, redes sociais e aplicativos de mensagens para atrair vítimas interessadas em automóveis anunciados com valores abaixo do mercado.
Após o primeiro contato, os suspeitos transferiam rapidamente a negociação para o WhatsApp, onde enviavam fotografias, vídeos e documentos para dar aparência de legitimidade às ofertas fraudulentas.
Em diversos casos, os criminosos alegavam urgência na venda e pressionavam as vítimas a realizarem pagamentos antecipados via Pix para “garantir” a suposta compra do veículo.
Conheça mais detalhes da investigação:
- A investigação também identificou conexões em outros estados, o que indica possível atuação interestadual da organização criminosa.
- Os valores recebidos eram rapidamente pulverizados entre múltiplas contas bancárias e fintechs, dificultando o rastreamento financeiro.
- A análise técnica identificou a criação e exclusão sucessiva de chaves Pix em diferentes instituições financeiras — padrão considerado típico de grupos especializados em fraudes eletrônicas e ocultação patrimonial.
Prisão e apreensão
Durante o cumprimento dos mandados judiciais, foram apreendidos dispositivos eletrônicos e documentos que serão submetidos à perícia para aprofundar as investigações e identificar possíveis outros envolvidos no esquema.
O investigado poderá responder por crimes de estelionato eletrônico e lavagem de dinheiro.
