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Na Mira

Golpistas criam site falso idêntico ao do governo para fraudar CNHs.

As investigações começaram com a prisão em flagrante de um casal que apresentou CNH digital e cartão em loja de shopping no Lago Norte (DF)

03/03/2026 10:09, atualizado 03/03/2026 10:51
Golpistas criam site falso idêntico ao do governo para fraudar CNHs
Golpistas criam site falso idêntico ao do governo para fraudar CNHs

Uma quadrilha especializada na falsificação de documentos públicos foi alvo de quatro mandados de busca e apreensão cumpridos pela 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte), na manhã desta terça-feira (3/3), em São Paulo.

Vídeo da operação:

A investigação apura um esquema sofisticado de fraude envolvendo a emissão e comercialização de Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) falsas.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo criou um site com layout praticamente idêntico ao da plataforma oficial do governo, induzindo vítimas ao erro. A página era utilizada para produzir e vender documentos digitais falsificados.

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Com o apoio da Polícia Civil de São Paulo, além do cumprimento dos mandados judiciais, as equipes atuam na remoção das páginas fraudulentas da internet.


Mais detalhes: 

  • As investigações começaram com a prisão em flagrante de um casal.
  • Eles apresentaram uma CNH digital e um cartão em uma loja de um shopping de luxo no Lago Norte, no fim de 2025.
  • Com os documentos apreendidos, os policiais identificaram o site utilizado para a obtenção das CNHs fraudulentas.

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Com o avanço das diligências, os investigadores identificaram um homem e uma mulher responsáveis pela manutenção do site e pela confecção dos documentos falsos. Durante as apurações, foram localizados diversos documentos adulterados com dados de moradores do Distrito Federal.

“A falsificação e a comercialização de documentos públicos atingem diretamente a credibilidade das instituições estatais. Além disso, o uso indevido desses documentos facilita a prática de outros crimes, ampliando significativamente o dano social e institucional”, disse o delegado-adjunto da 9ª DP, Ronney Teixeira

Os investigados poderão responder por falsificação de documento público e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a 16 anos de reclusão, além de multa.