Ex-Fazenda leva calote ao comprar sapatos e bolsas de vendedora picareta
Ex-participante de reality show afirma ter sido vítima de golpes em negociação de bolsas, sapatos e acessórios que totalizam R$ 3,5 mil

A modelo e influenciadora Denise Rocha registrou uma ocorrência policial e afirma ter sido vítima de um suposto caso de estelionato envolvendo a compra de bolsas, sapatos e acessórios que somam cerca de R$ 3,5 mil. Segundo ela, os produtos não foram entregues até o momento, apesar de o pagamento ter sido realizado no dia 1º de junho.
De acordo com o relato da ex-participante de reality show, a vendedora já mantinha uma relação comercial antiga com ela, o que teria dado segurança para a nova compra. No entanto, após a transferência via pix, a entrega passou a ser constantemente adiada.
“Ela inventa mil desculpas. Primeiro mandou eu pagar outros valores relacionados a supostos seguros, depois disse que a mercadoria estaria na rodoviária do Plano, depois em Alexânia. Mas o fato é que eu precisei pedir ao banco o bloqueio das contas onde o pix foi feito”, afirmou a ex-Fazenda.
Segundo ela, nem todo o valor foi recuperado, já que apenas cerca de R$ 1,2 mil foram bloqueados pelas instituições financeiras.
Calote
A modelo também relata que, após os primeiros atrasos, a suposta vendedora passou a justificar novas cobranças sob a alegação de custos adicionais para envio da mercadoria, incluindo “seguro” e transporte via Sedex, além de prometer a entrega em poucos dias — o que, segundo Denise, nunca ocorreu.
“Falou que chegaria em cinco dias e já fazem 22 dias e nada. Depois disse que ia devolver o dinheiro, mas não devolveu”, completou.
A mulher citada na ocorrência apresentou uma versão diferente dos fatos. Segundo ela, a negociação ocorreu normalmente, mas a cliente não teria aguardado os prazos combinados para entrega e eventual devolução de valores. “Ela comprou comigo e não esperou prazo de entrega e nem prazo de devolução de valor. Disse que até sexta-feira (dia 26) iria ser devolvido o valor”, afirmou.
A vendedora também declarou que, após o registro do boletim de ocorrência, houve bloqueio de valores em contas bancárias relacionadas à transação, o que, segundo ela, complicou a resolução direta do caso entre as partes.
O caso foi formalizado na delegacia e deve ser investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias da negociação e a possível ocorrência de fraude.



