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Na Mira

Estagiária da OAB e comparsas furtam R$ 13 mil de shopping em Goiânia

As três criminosas alugaram um carro em Brasília e foram para Goiás a fim de cometer os crimes. Elas foram presas pela Força Tática

02/03/2025 14:31, atualizado 02/03/2025 17:08
PCGO/Reprodução
Criminosas presas por furtar lojas de shopping em Goiânia

Duas mulheres e uma adolescente foram detidas nessa quarta-feira (26/2) por furtar uma loja de departamento de roupas, em um shopping de Goiânia. As três saíram do Distrito Federal para cometer o crime em Goiás. Elas furtaram mais de R$ 13 mil em mercadorias.

Os seguranças do estabelecimento comercial acionaram a Polícia Militar de Goiás (PMGO). As envolvidas foram detidas pela equipe da Força Tática, quando iam atacar outra loja, em um outro shopping.

Veja algumas mercadorias que elas furtaram:

O caso foi levado para a Central Geral de Flagrantes de Goiânia. Erica Brenda, Gisllayne Batista e a adolescente são velhas conhecidas das forças de segurança pública. Com vários antecedentes criminais, uma delas tem 10 passagens pela polícia. Inclusive, na delegacia, foi apurado que Gisllayne é bacharel em direito. Ela também estava com uma carteira de estagiária da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília.

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As três ladras saíram de Brasília na segunda-feira (24/2). Elas alugaram um carro e se hospedaram em um hotel de Goiânia. No mesmo dia que chegaram, já começaram a cometer os furtos nos comércios.

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Como elas se organizavam:

  • Gisllayne Batista era a responsável pela logística e pelo monitoramento do local. Ela ficava no carro, aguardando as comparsas para poderem fugir.
  • A adolescente ficava responsável pelos furtos. Ela utilizava sacolas metalizadas para fugir dos detectores de metal. Ela também carregava imãs para retirar os lacres das roupas.
  • Erica Brenda ficava encarregada dos furtos, além de vigiar os seguranças dos estabelecimentos comerciais.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Humberto Teófilo, as duas maiores foram autuadas por furto qualificado, corrupção de menores e associação criminosa. A adolescente foi liberada.

A coluna Na Mira aguarda nota da OAB.