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Date sangrento no DF: após sexo, homem agride companheiro com canivete. Veja vídeo
A Polícia Civil teve acesso a um áudio do investigado enviado para a própria mãe. Nele, o homem confessa as agressões contra o companheiro
atualizado
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Um homem de 24 anos foi preso por tentativa de homicídio na QNN 7. O investigado foi capturado nessa terça-feira (7/4) por policiais civis da 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro). Ele marcou um encontro com um ex-companheiro, um homem de 45 anos, que, após o sexo, foi agredido com golpes de canivete.
Veja momento em que a vítima foge:
O crime ocorreu na noite de segunda-feira (6/4). Câmeras de segurança do corredor da casa do investigado mostraram uma confusão e o momento em que a vítima, ferida e sangrando, consegue fugir. Na sequência, a imagem mostra uma pessoa seguindo na mesma direção que a vítima.
Mais detalhes:
- As investigações apontaram que o autor e a vítima já se conheciam e mantinham um relacionamento anterior.
- Eles combinaram um encontro, saíram juntos e seguiram até a residência do investigado.
- No local, após manterem relações íntimas, o autor, de forma repentina, passou a desferir diversos golpes de canivete contra a vítima, atingindo, principalmente, a região do rosto e do corpo.
- A vítima conseguiu chegar ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), onde foi submetida a procedimento cirúrgico e permanece sob cuidados médicos.
Vestígios de sangue
Na casa do investigado, policiais localizaram vestígios de sangue no interior e na área externa da residência, além de sinais de luta corporal. Após ingresso no imóvel, o autor foi encontrado escondido no banheiro e imediatamente preso em flagrante.
Ainda durante a investigação, a Polícia Civil teve acesso a um áudio do investigado enviado para a própria mãe. Nele, o homem confessa as agressões. No interrogatório, ele confirmou manter relacionamento afetivo com a vítima, alegando que a versão apresentada à mãe teria sido utilizada para ocultar o vínculo homoafetivo.
Imagens:
O homem foi preso, recolhido à carceragem da PCDF, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.






