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Na Mira

Corretor fake que ostenta luxo é preso por furtar apês no Sudoeste

Durante as ações, o corretor fake teria furtado joias de alto valor, dólares e diversos eletrônicos, causando prejuízo superior a R$ 500 mil

Larice de Paula12/03/2026 12:49, atualizado 12/03/2026 15:57
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Reprodução / Redes sociais
Corretor fake que ostenta luxo é preso por furtar apês no Sudoeste

Um falso corretor de imóveis foi preso, na manhã desta quinta-feira (12/3), por policiais civis da 3ª Delegacia de Polícia (Cruzeiro). Bruno da Silva Ribeiro, que ostentava uma vida de luxo nas redes sociais, é investigado por furtar apartamentos no Sudoeste (DF).

No Instagram, o suspeito exibia viagens internacionais, roupas de grife e presença em eventos exclusivos, incluindo registros em camarotes de corridas de Fórmula 1 — uma rotina de ostentação que, segundo a polícia, era sustentada por crimes.

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Bruno Ribeiro
Falso corretor de imóveis
Corretor fake que ostenta luxo é preso por furtar apês no Sudoeste
Foto nas redes sociais
Investigado por furtos em apartamentos
Preso pela PCDF
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Preso pela PCDF

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Bruno Ribeiro
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Falso corretor de imóveis
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Investigado por furtos em apartamentos
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Investigado por furtos em apartamentos

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Durante as ações, o investigado teria furtado joias de alto valor, dólares e diversos equipamentos eletrônicos, causando prejuízo superior a R$ 500 mil às vítimas.

De acordo com as investigações, ele se passava por interessado em imóveis anunciados em sites e imobiliárias para conseguir acesso aos edifícios.

Depois de entrar nos prédios, o suspeito contratava um chaveiro para abrir portas de outros apartamentos — unidades que sequer estavam anunciadas para venda ou locação.

Para evitar ser identificado, o suspeito evitava circular por áreas com câmeras de segurança e se deslocava principalmente pelas escadas, estratégia que lhe permitia acessar diferentes apartamentos sem levantar suspeitas.

“As investigações prosseguem para identificar outros possíveis furtos cometidos pelo investigado, bem como eventuais vítimas. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 197 (ligação gratuita) ou pelos canais eletrônicos disponíveis no site da PCDF”, destacou o delegado-chefe da 3ª DP, Victor Dan.