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Na Mira

Celular e carregador são encontrados em marmita destinada a detentos

A suspeita é que algum funcionário da empresa que fornece alimentos ao Centro de Progressão Penitenciária esteja envolvido na fraude

08/11/2021 13:27, atualizado 08/11/2021 15:05
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Material cedido ao Metrópoles
Marmita de presos com celular

A Comissão Executora dos Contratos de Alimentação da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape) interceptou, na noite de domingo (7/11), um celular colocado em uma marmita (foto em destaque) destinada a detentos do Centro de Progressão Penitenciária (CPP).

Conforme apurou o Metrópoles, existe a suspeita de que funcionários da empresa de alimentos estejam envolvidos no caso.

As marmitas irregulares foram encontradas na cozinha da empresa, localizada no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN). Em uma delas, havia um celular e, em outra, um carregador. O destino final seriam dois detentos do CPP, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).

Ainda segundo apuração da coluna, os objetos apreendidos ficaram guardados em uma sala da chefe de nutrição da empresa, com a promessa de serem entregues à Seape nesta segunda-feira (8/11) como comprovação da fraude.

Os itens, entretanto, foram subtraídos do local. A suspeita é que alguém tenha arrombado a porta da sala e furtado as provas, durante a madrugada.

Celular e carregador são encontrados em marmita destinada a detentos - destaque galeria
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Um carregador também foi localizado no alimento
A suspeita é de que funcionários da empresa de alimentos estejam envolvidos na fraude
Marmita com celular era destinada a presos do CPP
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Marmita com celular era destinada a presos do CPP

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Um carregador também foi localizado no alimento
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Um carregador também foi localizado no alimento

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A suspeita é de que funcionários da empresa de alimentos estejam envolvidos na fraude
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A suspeita é de que funcionários da empresa de alimentos estejam envolvidos na fraude

Material cedido ao Metrópoles

O caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O Metrópoles tenta contato com a empresa responsável pela alimentação. O espaço segue aberto a eventuais manifestações.