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Carro onde manicure foi morta pelo ex foi levado para DP; veja foto. Veja vídeo
Dentro do carro, a ex-mulher do motorista de aplicativo foi estrangulada com o cinto de segurança no banco da frente e esfaqueada
atualizado
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O motorista de aplicativo Wellington de Rezende Silva, 43 anos, que matou a ex-companheira Luana Moreira, 41, a facadas dentro do próprio carro, dirigiu até a 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina), onde estacionou o veículo com o corpo dentro e se entregou em seguida.
O crime ocorreu na segunda-feira (9/3), na DF-128, em Planaltina (DF). A faca de açougue usada no assassinato foi apreendida escondida sob o tapete do carro. A audiência de custódia de Wellington será nesta terça-feira (10/3).
Segundo o delegado-chefe Richard Valeriano, Wellington confessou o crime, atribuindo-o a “ciúmes intensos”. Ele acreditava que Luana tinha um novo relacionamento. O investigado buscou a vítima no Jardim Ruiz, onde ela morava com uma amiga e que a alertou para não entrar no carro.
Wellington armou uma emboscada: no veículo, eles discutiram sobre reatar o casamento. Quando Luana tentou fugir, ele a estrangulou com o cinto de segurança. Ao desmaiar, ela foi esfaqueada no pescoço, costelas e cabeça.
Imagens:
“Você já está morta”
No depoimento, Wellington disse que Luana implorou pela vida, citando a filha do casal e os outros dois filhos, mas ele prosseguiu: “Você já está morta”, disse friamente.
Não satisfeito, ligou do celular dela para o suposto namorado: “Fiz uma besteira, matei minha mulher por sua causa”. Em seguida, fez videochamada para a esposa desse homem, mostrando o corpo e repetindo a provocação.
Luana planejava viajar para Porto Seguro (BA) nesta terça (10/3) com a filha. O casal teve 20 anos de união e três filhos.
Wellington já quebrou o celular de Luana e há registro de lesão corporal contra ela em 2004 (Lei Maria da Penha), sem outras ocorrências.








