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Distrito Federal

MP vai fiscalizar se 17 mil presos, incluindo os dos atos golpistas, têm apoio jurídico

Promotoria vai acompanhar também situação de presos por outros crimes nas cadeias de todo o DF

28/02/2023 13:13, atualizado 28/02/2023 15:26
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Reprodução
Imagem colorida mostra homem branco, de bermuda, algemado. Ele é suspeito de estuprar a própria filha - Metrópoles

O Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional (Nupri), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), instaurou procedimento administrativo para acompanhar e fiscalizar a prestação de assistência jurídica a todos os 17 mil presos em todas as unidades prisionais do DF, incluindo os detidos por causa dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

A iniciativa é fruto das 15 inspeções realizadas nos presídios nos meses de janeiro e fevereiro deste ano. Segundo o órgão, durante as visitas, os promotores ouviram demandas relacionadas à assistência jurídica periódica, que estaria faltando para parte dos detentos da capital federal.

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Presos por 8/1

Em relação aos detidos pelos atos golpistas, segundo a Vara de Execuções Penais (VEP-DF), há 605 homens no Centro de Detenção Provisória II (CDP), no complexo da Papuda, e 305 mulheres na Penitenciária Feminina do DF (PFDF), conhecida como Colmeia.

Há, ainda, 26 presos alocados em outros presídios, 119 com tornozeleira eletrônica em outros estados, e 343 com tornozeleira no DF.