Motorista que atropelou mulher não tem CNH e admitiu ter usado drogas. Veja vídeo

Segundo a Polícia Civil do DF, o caso está sendo investigado como atropelamento fatal e embriaguez ao volante

atualizado

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1 de 1 atropelamento-arapoanga - Foto: Ana Clara Lima/Metrópoles

O acidente que resultou na morte da costureira Elcina Pereira, 59 anos, que foi arrastada por um carro desgovernado em Arapoanga (DF), está sendo investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) como atropelamento fatal e embriaguez ao volante. O fato aconteceu na manhã desta terça-feira (2/6), quando um Chevrolet Prisma branco saiu de um balão e atingiu a vítima que caminhava em uma ciclofaixa (veja o momento abaixo). O motorista foi preso em flagrante.

Segundo a 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina), o motorista, um homem de 21 anos, se recusou a realizar o teste do bafômetro, mas admitiu ter consumido drogas e usado medicamento controlado antes do acidenteAlém disso, ele não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Durante as diligências, foram apreendidos no interior do veículo dois comprimidos de Rohypnol, medicamento de tarja preta, e uma porção de substância com características semelhantes à maconha.

A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. De acordo com a polícia, o homem tinha passagens por outras infrações penais.

Após o acidente, condutor foi atendido pelos bombeiros e depois conduzido em flagrante à DP. Ele estava acompanhado da passageira, que também sofreu lesões e foi submetida a exames periciais na delegacia.

A Polícia Civil prossegue com as diligências para esclarecer todas as circunstâncias do fato e adotar as medidas cabíveis.

Dinâmica do acidente

A vítima, que costumava caminhar pelo local para ir até a academia comunitária da região, foi atingida enquanto passa por uma ciclofaixa na Quadra 7.

 

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Devido ao impacto do acidente, a mulher morreu no local do acidente
De acordo com a PM, o veículo estava no balão, passou por cima do tachão — dispositivo de sinalização horizontal fixado no asfalto conhecido popularmente como olho de gato ou tartaruga — e pegou a vítima em cheio
A vítima costumava passa para o local para ir até a academia comunitária da região
O corpo da mulher foi reconhecido por familiares. Ela deixa 2 filhos e 12 irmãos
O motorista e a passageira foram conduzidos até a delegacia de Planaltina
A mulher foi atingida pelo veículo na ciclofaixa e arrastada até a calçada do comércio
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A mulher foi atingida pelo veículo na ciclofaixa e arrastada até a calçada do comércio

CBMDF/Divulgação
Devido ao impacto do acidente, a mulher morreu no local do acidente
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Devido ao impacto do acidente, a mulher morreu no local do acidente

Material cedido ao Metrópoles
De acordo com a PM, o veículo estava no balão, passou por cima do tachão — dispositivo de sinalização horizontal fixado no asfalto conhecido popularmente como olho de gato ou tartaruga — e pegou a vítima em cheio
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De acordo com a PM, o veículo estava no balão, passou por cima do tachão — dispositivo de sinalização horizontal fixado no asfalto conhecido popularmente como olho de gato ou tartaruga — e pegou a vítima em cheio

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A vítima costumava passa para o local para ir até a academia comunitária da região
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A vítima costumava passa para o local para ir até a academia comunitária da região

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O corpo da mulher foi reconhecido por familiares. Ela deixa 2 filhos e 12 irmãos
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O corpo da mulher foi reconhecido por familiares. Ela deixa 2 filhos e 12 irmãos

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O motorista e a passageira foram conduzidos até a delegacia de Planaltina
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O motorista e a passageira foram conduzidos até a delegacia de Planaltina

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De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o carro veio do balão, passou por cima do tachão — dispositivo de sinalização horizontal fixado no asfalto conhecido popularmente como olho de gato ou tartaruga — e pegou a vítima em cheio.

Após ser atingida, a costureira foi arrastada até a calçada do outro lado e lançada na parede do comércio. Ela morreu no local do acidente.

O corpo da vítima já foi levado pelo Instituto Médico Legal (IML) após reconhecimento da família.

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