Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Distrito Federal

Morre mulher atacada por companheiro com golpes de picareta na cabeça

Camila Rejaine de Araújo Cavalcante tinha 50 anos e vivia uma relação conturbada com Agnaldo Nunes da Mota

24/10/2025 23:20, atualizado 24/10/2025 23:36
Reprodução
Mulher loira de regata preta

A mulher atacada com golpes de picareta, desferidos pelo próprio companheiro, nesta sexta-feira (24/10), não resistiu aos ferimentos e morreu, no início desta noite, no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Camila Rejaine de Araújo Cavalcante tinha 50 anos e vivia uma relação conturbada com Agnaldo Nunes da Mota, 50. O homem foi preso em flagrante, arrastando o corpo da mulher, na tentativa de encobrir o crime.

Em outubro do ano passado, Agnaldo já havia desferido um golpe de facão no tórax de Camila. Ele chegou a ser preso, em março de 2025, mas acabou solto. Nesta sexta, o agressor atacou novamente a vítima, desta vez fatalmente.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

O crime foi cometido na residência do casal. De acordo com o policial que conduziu a ocorrência, a equipe foi acionada para atender a uma denúncia de violência doméstica. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o agressor arrastando a mulher para fora do portão da casa.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi chamado e prestou os primeiros socorros à vítima, que apresentava intenso sangramento na região da cabeça. Camila já se encontrava em parada cardiorrespiratória e foi levada às pressas para o Hospital de Base, em estado gravíssimo.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF

Uma testemunha ouvida pela Polícia Civil relatou que estava na casa no momento da agressão. Ele afirmou que Agnaldo iniciou uma discussão com a mulher por causa de um telefone celular, e, repentinamente, pegou uma picareta e desferiu dois golpes violentos contra a cabeça da companheira.

“Tentei impedir a agressão, mas ele me ameaçou com um facão. Depois quis que eu o ajudasse a jogar a mulher em uma cachoeira”, contou a testemunha, visivelmente abalada. A testemunha ainda afirmou que, na noite anterior (23/10), Agnaldo já havia dito que mataria a companheira após uma discussão.