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Copa do Mundo 2026Distrito Federal

Morador do DF vai à 4ª Copa seguida e já soma 44 jogos assistidos. Veja vídeo

Renato Lins, 47, é um dos apaixonados por futebol que decidiu acompanhar o Mundial de perto; ele vai circular por 5 cidades nos EUA

19/06/2026 03:00
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Material cedido ao Metrópoles
morador do DF vai à Copa

Foi de última hora que o médico cirurgião Renato Lins, 47 anos, morador do DF, decidiu ir para a Copa do Mundo 2026, disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. Apesar da imprevisibilidade, estar no Mundial já virou uma tradição para o mineiro radicado em Brasília.

Essa é a quarta competição consecutiva que o apaixonado por futebol acompanha de perto. Já são 44 jogos assistidos ao longo dos anos.

“Para mim, a Copa é um grande momento para viajar, conhecer pessoas, entrar em contato com diferentes culturas e, principalmente dividir momentos com que gostamos”, conta.

Tudo começou a Copa de 2014, no Brasil, quando conseguiu convencer mais de 20 amigos e familiares a acompanhar aos jogos. “Comprava ingresso para tudo mundo”, lembra.

Em 2018, ele, a irmã e um amigo foram rumo à Rússia. Em 2022 foi a vez de pegar as malas e ir com a filha mais velha acompanhar o Mundial em Doha, no Catar.

Dez dias na Copa de 2026

Dessa vez se juntou a um amigo de infância que já morou nos Estados Unidos. Serão 10 dias de uma aventura futebolística que começou na última terça-feira (15/6), quando desembarcou para assistir a estreia da seleção francesa na Copa de 2026 contra o Senegal em Nova York.

O francês Kylian Mbappé está entre os craques que Renato fez questão de assistir nesta Copa. A lista tem ainda Messi, Cristiano Ronaldo e, quem sabe, Neymar Jr, caso o brasileiro esteja à disposição do Brasil nas próximas partidas.

O morador do DF já tem ingresso para os jogos entre Brasil e Haiti, na Filadélfia, nesta sexta-feira (19/6); Argentina e Áustria em Dallas no dia 22; e Portugal e Uzbequistão no dia seguinte, em Houston. Ele espera conseguir um tíquete para conferir o último confronto da Seleção Brasileira da primeira fase, quando o país enfrenta a Escócia em 24 de junho em Miami.

O itinerário tem cinco cidades americanas, o que deixa a aventura desafiadora financeiramente. “Definitivamente é a copa mais cara em que já estive! Muito pelos ingressos e pelo transporte, e os Estados Unidos também estão mais caros do que eram [no passado]”, admite.

Apesar disso, a animação de Renato Lins segue sendo a mesma. “Adoro futebol. É o que uso para dessestressar. A Copa do Mundo é algo diferente, uma grande festa”, completa.

Já sobre a participação da Seleção Brasileira, ele é mais contido. “As expectativas não estão muito boas. A escalação está longe do ideal. Nem sabemos se o Neymar vai jogar e o Endrick, que queremos que jogue, o técnico não quer. Tenho minhas dúvidas se chegaremos às quartas de final”, analisa.

Mesmo desanimado com o Brasil, por se tratar de um amante de futebol, Renato quer ver bons jogos e coloca essa esperança em seleções como França, Argentina e Alemanha, que, para ele “começaram muito bem”.

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