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Mais caravanas bolsonaristas chegam ao QG às vésperas da posse de Lula

Na noite dessa 5ª feira, cinco ônibus chegaram ao acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, com cerca de 50 famílias do ES e MG

atualizado

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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Caravanas de bolsonaristas chegam ao acampamento montado em frente ao QG do Exército. Na imagem, ônibus desembarcam bagagens e pessoas próximo a gramado - Metrópoles
1 de 1 Caravanas de bolsonaristas chegam ao acampamento montado em frente ao QG do Exército. Na imagem, ônibus desembarcam bagagens e pessoas próximo a gramado - Metrópoles - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Às vésperas da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cinco caravanas de ônibus bolsonaristas chegaram a Brasília para reforçar a concentração de grupos acampados em frente ao Quartel-General do Exército.

Os coletivos, que transportavam cerca de 50 famílias ao todo, vieram de Cachoeiro do Itapemirim (ES) e Ribeirão das Neves (MG). Os grupos chegaram ao acampamento do QG na noite dessa quinta-feira (29/12).

Nesta manhã, os bolsonaristas têm demonstrado confiança na preservação do acampamento. Eles acreditam que não haverá novas operações para retirada das barracas por parte do poder público. “Vencemos a primeira batalha e não precisaremos lutar por agora, não vão voltar aqui”, comentou um bolsonarista.

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Tentativa de remoção

Nessa quinta-feira (29/12), houve uma rápida mobilização das forças de segurança na região, para remoção do acampamento. No entanto, a operação acabou cancelada devido a uma falha de comunicação entre policiais militares e do Exército Brasileiro.

Equipes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) chegaram à sede do QG em Brasília e foram hostilizadas pelos bolsonaristas acampados. Na mesma hora, o batalhão de choque da Polícia do Exército estava posicionado em frente ao prédio do quartel-general. Porém, bateram em retirada cerca de 30 minutos depois de chegarem.

Sem ações para desmonte das barracas, os bolsonaristas ficaram com a sensação de que “venceram” uma disputa. “Nós botamos para correr. Apareceram aqui e vazaram”, comentou um dos acampados, na manhã desta sexta-feira (30/12).

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) acusou o Exército de “desistir” da operação conjunta para retirada do acampamento. A Força Armada, contudo, justificou que a saída dos militares do local se deu para manutenção “da ordem e da segurança de todos os envolvidos”.

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