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Distrito Federal

Leite, carne, limão: o que ficou mais caro e mais barato no DF em setembro

O setor de alimentação e bebidas apresentou deflação de 0,26% em setembro no DF. O dado é do IBGE, que divulgou o IPCA nesta terça-feira

12/10/2022 02:30, atualizado 12/10/2022 07:39
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
mulher compra carne em acougue de mercado em goainia

O setor de alimentação e bebidas apresentou deflação de 0,26% em setembro no Distrito Federal. O dado é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), nesta terça-feira (11/10). De acordo com o levantamento, leites e carnes tiveram baixa nos preços em setembro no DF.

O leite longa vida, aquele vendido em caixinhas, seguia em alta até julho. Agosto surpreendeu com deflação de 1,81%. Agora, em setembro, a queda do preço deste produto foi de 11,97%.

Veja os 10 alimentos que tiveram maior deflação em setembro no DF:

  1. Leite longa vida (-11,97%)
  2. Manga (-10,66%)
  3. Peixe filhote (-10,63%)
  4. Alcatra (-7,69%)
  5. Alface (-6,73%)
  6. Leites e derivados (-6,31%)
  7. Óleo de soja (-6,26%)
  8. Picanha (-4,66%)
  9. Costela (-4,62%)
  10. Melancia (-4,31%)
  11. Azeitona (-4,24%)

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Por outro lado, há alimentos que tiveram aumento expressivo nos preços em setembro em relação a agosto. Segundo o IPCA, frutas e raízes foram os itens que mais subiram de preço.

Confira abaixo a lista dos 10 alimentos com maior alta em setembro no DF:

  1. Limão (48,78%)
  2. Banana d’água (15,92%)
  3. Pimentão (12,89%)
  4. Laranja pera (11,68%)
  5. Mandioca (9,16%)
  6. Cebola (7,83%)
  7. Frutas (7,67%)
  8. Banana prata (7,58%)
  9. Cenoura (6,55%)
  10. Couve-flor (6,02%)
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Em outras palavras, se há  aumento da inflação, o dinheiro passa a valer menos. A principal consequência é a perda do poder de compra ao longo do tempo, com o aumento dos preços das mercadorias e a desvalorização da moeda
Existem várias formas de medir a inflação, contudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o mais comum deles
No Brasil, quem realiza a previsão da inflação e comunica a situação dela é o Banco Central. No entanto, para garantir a idoneidade das informações, a pesquisa dos preços de produtos, serviços e o cálculo é realizado pelo IBGE, que faz monitoramento nas principais regiões brasileiras
De uma forma geral, a inflação pode apresentar causas de curto a longo prazo, uma vez que tem variações cíclicas e que também pode ser determinada por consequências externas
No entanto, o que influencia diretamente a inflação é: o aumento da demanda; aumento ou pressão nos custos de produção (oferta e demanda); inércia inflacionária e expectativas de inflação; e aumento de emissão de moeda
Inflação é o termo da economia utilizado para indicar o aumento generalizado ou contínuo dos preços de produtos ou serviços. Com isso, a inflação representa o aumento do custo de vida e a consequente redução no poder de compra da moeda de um país
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Inflação é o termo da economia utilizado para indicar o aumento generalizado ou contínuo dos preços de produtos ou serviços. Com isso, a inflação representa o aumento do custo de vida e a consequente redução no poder de compra da moeda de um país

KTSDESIGN/SCIENCE PHOTO LIBRARY / Getty Images
Em outras palavras, se há  aumento da inflação, o dinheiro passa a valer menos. A principal consequência é a perda do poder de compra ao longo do tempo, com o aumento dos preços das mercadorias e a desvalorização da moeda
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Em outras palavras, se há aumento da inflação, o dinheiro passa a valer menos. A principal consequência é a perda do poder de compra ao longo do tempo, com o aumento dos preços das mercadorias e a desvalorização da moeda

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Existem várias formas de medir a inflação, contudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o mais comum deles
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Existem várias formas de medir a inflação, contudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o mais comum deles

Javier Ghersi/ Getty Images
No Brasil, quem realiza a previsão da inflação e comunica a situação dela é o Banco Central. No entanto, para garantir a idoneidade das informações, a pesquisa dos preços de produtos, serviços e o cálculo é realizado pelo IBGE, que faz monitoramento nas principais regiões brasileiras
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No Brasil, quem realiza a previsão da inflação e comunica a situação dela é o Banco Central. No entanto, para garantir a idoneidade das informações, a pesquisa dos preços de produtos, serviços e o cálculo é realizado pelo IBGE, que faz monitoramento nas principais regiões brasileiras

boonchai wedmakawand/ Getty Images
De uma forma geral, a inflação pode apresentar causas de curto a longo prazo, uma vez que tem variações cíclicas e que também pode ser determinada por consequências externas
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De uma forma geral, a inflação pode apresentar causas de curto a longo prazo, uma vez que tem variações cíclicas e que também pode ser determinada por consequências externas

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No entanto, o que influencia diretamente a inflação é: o aumento da demanda; aumento ou pressão nos custos de produção (oferta e demanda); inércia inflacionária e expectativas de inflação; e aumento de emissão de moeda
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No entanto, o que influencia diretamente a inflação é: o aumento da demanda; aumento ou pressão nos custos de produção (oferta e demanda); inércia inflacionária e expectativas de inflação; e aumento de emissão de moeda

selimaksan/ Getty Images
No bolso do consumidor, a inflação é sentida de formas diferentes, já que ela não costuma agir de maneira uniforme e alguns serviços aumentam bem mais do que outros
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No bolso do consumidor, a inflação é sentida de formas diferentes, já que ela não costuma agir de maneira uniforme e alguns serviços aumentam bem mais do que outros

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Isso pode ser explicado pela forma de consumo dos brasileiros. Famílias que possuem uma renda menor são afetadas, principalmente, por aumento no preço de transporte e alimento. Por outro lado, alterações nas áreas de educação e vestuário são mais sentidas por famílias mais ricas
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Isso pode ser explicado pela forma de consumo dos brasileiros. Famílias que possuem uma renda menor são afetadas, principalmente, por aumento no preço de transporte e alimento. Por outro lado, alterações nas áreas de educação e vestuário são mais sentidas por famílias mais ricas

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Ao contrário do que parece, a inflação não é de todo mal. Quando controlada, é sinal de que a economia está bem e crescendo da forma esperada. No Brasil, por exemplo, temos uma meta anual de inflação para garantir que os preços fiquem controlados. O que não pode deixar, na verdade, é chegar na hiperinflação - quando o controle de todos os preços é perdido
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Ao contrário do que parece, a inflação não é de todo mal. Quando controlada, é sinal de que a economia está bem e crescendo da forma esperada. No Brasil, por exemplo, temos uma meta anual de inflação para garantir que os preços fiquem controlados. O que não pode deixar, na verdade, é chegar na hiperinflação - quando o controle de todos os preços é perdido

coldsnowstormv/ Getty Images

Variação em 12 meses

Apesar de o IPCA recuar 0,26% no Distrito Federal em setembro, a inflação acumulada no ano em Brasília é de 3,75%. Nos últimos 12 meses, de 6,63%.

O maior vilão dos últimos 12 meses entre os alimentos foi a cebola, que teve aumento de 159,25% no preço. Em segundo lugar, está o melão, com alta de 126,35%.

Veja a lista dos 10 alimentos com maior alta em 12 meses no DF:

  1. Cebola (159,25%)
  2. Melão (126,35%)
  3. Banana d’água (82,36%)
  4. Limão (69,07%)
  5. Melancia (58,08%)
  6. Mamão (55,24%)
  7. Leite longa vida (46,45%)
  8. Frutas (41,20%)
  9. Brócolis (40,67%)
  10. Milho em grão (36,59%)

Já em relação às quedas nos últimos 12 meses no DF, o item que ocupa o topo do ranking é o tomate. A baixa neste período foi de 26,24%. Na sequência está o pimentão, com deflação de 15,15%.

Veja os 10 alimentos que mais baratearam nos últimos 12 meses no DF:

  1. Tomate (-26,24%)
  2. Pimentão (-15,15%)
  3. Carne de porco (-7,49%)
  4. Alcatra (-6,96%)
  5. Feijão preto (-5,43%)
  6. Camarão (-5,02%)
  7. Peixe tambaqui (-4,13%)
  8. Acém (-4,06%)
  9. Arroz (-3,14%)
  10. Costela (-3,01%)

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, refere-se às famílias com rendimento monetário de um a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.