Etanol, leite e frutas: veja o que ficou mais e menos caro em setembro

Confira o levantamento do Metrópoles dos 15 itens que ficaram mais baratos no mês passado e os que mais pesaram no bolso dos consumidores

atualizado 11/10/2022 11:46

Michael Melo/Metrópoles

A inflação recuou 0,29% em setembro – o terceiro mês de deflação –, conforme o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desta terça-feira (11/10).

Isso significa que os preços de produtos e serviços, de forma geral, diminuíram para os consumidores finais e na indústria.

Os combustíveis foram responsáveis por puxar essa inflação para baixo. De acordo com IBGE, o etanol registrou a maior queda (-12,43%), seguido da gasolina (-8,33%) e do diesel (-4,57%).

A queda nestes preços faz o “efeito cascata”, pois interfere no frete dos alimentos, chegando com menores preços ao consumidor. 

Um exemplo disso foi o leite longa vida, que em setembro caiu 13,71% e contribuiu com -0,15 ponto percentual no resultado do mês. Entretanto, o item ainda acumula alta de 36,93% nos últimos 12 meses.

Confira os 15 alimentos que ficaram mais baratos em setembro: 

  • Morango -21,77%
  • Pepino -14,83%
  • Melancia -14,44%
  • Leite longa viva -13,71%
  • Manga -11,05%
  • Repolho -6,78%
  • Óleo de soja -6,27%
  • Alface -5,85% 
  • Coentro -5,27%
  • feijão carioca -4,78% 
  • Tomate -3,82%
  • Feijão preto -3,41%
  • Couve -3,21%
  • Peixe-dourado -3,12%
  • Alho -3,02%

Confira os alimentos que ficaram mais caros: 

  • Limão 34,57
  • Cebola 11,22
  • Tangerina/Bergamota 11,15
  • Banana-d’agua 10% 
  • laranja-baía 8,69% 
  • maracujá 7,71% 
  • Banana-maçã 7,62% 
  • Banana-prata 7,51% 
  • Abobrinha 7,48% 
  • Laranja-lima 6,93% 
  • Couve-flor 5,83% 
  • Leite condensado 5,54% 
  • Doce de frutas em pasta 5,49% 
  • Maçã 5,13% 
  • Inhame 4,92% 

Viagens e transportes 

A queda acentuada nos combustíveis não refletiu nas passagens aéreas. Os valores registraram aumento de 8,22% após a queda de 12,07% em agosto. O mesmo ocorreu no transporte por aplicativo, que ficou 6,14% mais caro, mas havia caído 1,06% no último mês.

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