Justiça mantém prisão de homem que estrangulou e matou mulher no DF

Crime aconteceu na madrugada de quinta-feira (2/3), no Caub 1, Riacho Fundo 2, residência onde morava a vítima e o filho do casal

atualizado

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1 de 1 feminicídio-caub-riacho-fundo-junio-rayane-lima - Foto: Reprodução

Jobervan Júnio Lopes Lima, 21, detido em flagrante na madrugada desta quinta-feira (2/3) por matar estrangulada Rayane Ferreira de Jesus Lima, 18, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva na manhã desta sexta-feira (3/3), após audiência de custódia. O caso aconteceu no Caub 1, no Riacho Fundo 2, no Distrito Federal.

A juíza Lorena Alves Ocampos afirmou na sentença que a prisão preventiva se fez necessária para o resguardo da ordem pública. “O modus operandi adotado na execução do delito retrata, in concreto, a periculosidade do autor do fato e a extrema gravidade dos fatos praticados”, disse a magistrada.

“Dessa forma, a concessão de liberdade provisória ou a aplicação de medidas cautelares não são recomendáveis diante da gravidade concreta do caso e do risco de reiteração delitiva”, finalizou.

A juíza mencionou, ainda, que as diversas passagens de Jobervan pela Varas da Infância e da Juventude, enquanto menor de idade, e maus antecedentes depois de atingir a maioridade “servem para justificar a manutenção da prisão preventiva, evidenciando a periculosidade” do suspeito.

O Metrópoles apurou que Jobervan já foi indiciado por agressão, ameaça, violência doméstica e por posse de drogas.

O crime

No momento em que assassinou Rayane, a vítima estava em casa, com o filho de 1 ano do casal. Os dois estavam separados desde novembro, segundo a Polícia Militar do DF (PMDF). Após uma agressão, a jovem o teria expulsado de casa, e ele ficou sem dar notícias desde então.

Nesta quinta-feira (2/3), porém, o agressor reapareceu, dormiu na casa da jovem, agrediu-a de madrugada e a assassinou.

Por volta das 6h10, ele fugiu com o filho, que ainda era amamentado pela mãe, e com o celular da vítima. A criança foi deixada na casa do avô paterno.

 

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