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Distrito Federal

Justiça condena homem a 25 anos de prisão por degolar mulher no DF

Homem matou ex-companheira com golpes de faca a deixou em matagal, em Santa Maria. Caso ocorreu em abril de 2021

13/04/2022 11:51
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Reprodução
Autor de feminicídio é condenado no DF

O Tribunal do Júri de Santa Maria condenou, nessa terça-feira (12/4), Adenor Pacheco de Oliveira a 25 anos e 6 meses de prisão. O homem é acusado de matar a ex-companheira Karla Roberta Fernandes Pereira com golpes de faca, em 25 de abril do ano passado, em Santa Maria. À época o autor confessou o crime e alegou ter agido por ciúmes.

Veja fotos da vítima:

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Karla havia procurado ajuda antes do crime devido ao comportamento agressivo do companheiro
A vítima era mãe de três filhos
Segundo a irmã da vítima, Karla tinha medo de o marido estar maltratando a filha dela
Karla Roberta Fernandes foi degolada pelo marido, que confessou o crime e afirmou ter agido por ciúmes
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Karla Roberta Fernandes foi degolada pelo marido, que confessou o crime e afirmou ter agido por ciúmes

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Karla havia procurado ajuda antes do crime devido ao comportamento agressivo do companheiro
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Karla havia procurado ajuda antes do crime devido ao comportamento agressivo do companheiro

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A vítima era mãe de três filhos
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A vítima era mãe de três filhos

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Segundo a irmã da vítima, Karla tinha medo de o marido estar maltratando a filha dela
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Segundo a irmã da vítima, Karla tinha medo de o marido estar maltratando a filha dela

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Adenor teria agredido, aplicado um mata-leão e estrangulado a vítima. O corpo de Karla foi encontrado por um catador de latinhas em um terreno baldio da região. Na decisão, o juiz pontuou que o acusado agiu com “extrema frieza, premeditação e preparação” e demonstrava “péssima conduta social”.

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Além disso, condenou Adenor pelo crime de femincídio por motivo torpe, mediante meio cruel e contra a mulher em razão da condição de sexo feminino em contexto de violência doméstica e familiar.

“Foi muita crueldade”, diz irmã de mulher degolada pelo marido no DF

“Não bastasse o modus operandi mórbido, deve ser considerada a conduta do réu nas horas que se seguiram à prática do bárbaro crime. Após esgorjar a vítima, retornou para casa como se nada tivesse acontecido, limpou tranquilamente a casa e o automóvel para ocultar vestígios, conversou e ficou em contato com os filhos e conhecidos da vítima. (…) Tais elementos demonstram uma desfaçatez de clara psicopatia, por ausência completa de remorso, compaixão e empatia”, registrou o juiz.

Na confissão, Adenor afirmou ter olhado uma mensagem no celular da vítima e se sentido traído. Depois de desmaiar a companheira sufocando-a, ele a colocou no carro e a levou para o mato. Lá, passou uma faca no pescoço de Karla e deixou o cadáver no local.

Karla e Adenor chegaram a se separar por alguns meses, segundo detalharam vizinhos da vítima. O assassino, porém, prometeu que pararia de ser agressivo caso se reatassem. Ao Metrópoles a família descreveu o relacionamento dos dois como conturbado.

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