HUB abre 11 novos leitos exclusivos para pacientes com Covid-19

Ao todo, enfermaria do Hospital Universitário de Brasília possui 21 leitos para tratar pacientes com coronavírus

atualizado 04/03/2021 19:26

Hospital Universitário de Brasília (HUB)Felipe Menezes/Metrópoles

A enfermaria do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) abriu, nessa quarta-feira (3/3), 11 novos leitos exclusivos para pacientes com Covid-19. Ao todo, são 21 leitos para a doença. Desse total, 19 são para pacientes encaminhados pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e dois para uso interno do HUB.

Além da enfermaria, o hospital continua com dois leitos de terapia intensiva (UTI) dedicados a casos do novo coronavírus. Todos os leitos têm suporte de oxigênio e equipamentos para realização de diálise.

Para casos mais graves, o HUB conta com sete ventiladores mecânicos e insumos para a estabilização do quarto até que seja possível a transferência para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). São 140 profissionais a compor o quadro do setor:  médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais e nutricionistas.

Reação à vacina

De abril do ano passado até agora, o HUB já realizou aproximadamente 800 internações nos leitos Covid.

O local também se tornou referência no Distrito Federal para o tratamento de pessoas que apresentam evento adverso grave após tomar a vacina contra a Covid-19.

Pessoas com sintomas leves após tomarem a vacina devem buscar atendimento nas unidades básicas de saúde (UBS). Para sintomas mais severos, é preciso se dirigir a unidades de pronto-atendimento (UPA) ou emergências dos hospitais. O pronto-socorro do HUB não deve ser procurado, já que funciona de forma referenciada, ou seja, recebe apenas pacientes encaminhados diretamente pela SES-DF.

Após ser transferido para um leito do HUB, o paciente fará o tratamento dos sintomas e realizará exames para investigação da causa, identificando se realmente tem relação com a vacina, e do possível diagnóstico ou aparecimento de alguma doença.

São consideradas eventos adversos graves as situações que exigem hospitalização por no mínimo 24 horas, que geram sequelas, resultam em anomalia congênita (defeito grave) ou causam risco de morte.

Últimas notícias