HRT começa força-tarefa de cirurgias ortopédicas para reduzir fila

O Metrópoles denunciou, em setembro, que 81 pessoas aguardavam autorização da unidade para a realização dos procedimentos

atualizado 02/11/2020 22:00

Hospital Regional de Taguatinga (HRT)Rafaela Felicciano/Metrópoles

Após pacientes denunciarem longa espera por atendimento, o Hospital Regional de Taguatinga (HRT) começou nesta segunda-feira (2/11) uma força-tarefa para acelerar as cirurgias ortopédicas na unidade. No primeiro dia, foram feitos 14 procedimentos em pacientes que aguardavam por cirurgia internados no hospital. A ação continua até quinta-feira (5/11) e a previsão é que sejam realizadas, em média, oito operações por dia.

Para fazer os procedimentos, o HRT reservou quatro salas de cirurgia e as equipes receberam reforços de anestesiologistas do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e de residentes de anestesia, ortopedia e enfermagem. Ao todo, 60 profissionais da área de saúde estão envolvidos na iniciativa.

O atendimento obedece a ordem de internação e ao quadro clínico e cirúrgico de cada paciente da fila de espera. Com essa ação, a direção do HRT acredita que irá diminuir em até 60 pacientes a fila formada devido às limitações de atendimento decorrentes da pandemia do novo coronavírus.

Redução

Em 21 de outubro, o Hospital Regional de Taguatinga decidiu iniciar um mutirão para reduzir a fila de pacientes internados e que aguardam há semanas por uma cirurgia ortopédica eletiva.

O acúmulo dos casos foi revelado em reportagem do Metrópoles no fim de setembro, quando 81 doentes esperavam a autorização da unidade para a realização dos procedimentos. Naquele momento, havia falta de profissionais e de até equipamentos para as operações.

Embora não emergenciais, as intervenções ortopédicas podem colocar fim ao sofrimento causado por doenças e deformidades de ossos, músculos, ligamentos, articulações e elementos relacionados ao aparelho locomotor.

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