Hospital do DF confirma que paciente foi envenenado durante internação

Em nota, a unidade confirmou se tratar de envenenamento e diz ter acionado as autoridades competentes

atualizado

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1 de 1 hospital-santa-marta - Foto: Reprodução

O Hospital Santa Marta (HSM), em Taguatinga (DF), onde um homem de 61 anos foi envenenado pela esposa, de 37, se manifestou sobre a tentativa de homicídio nesta quarta-feira (22/4). Em nota a unidade confirmou o episódio e diz ter acionado as autoridades competentes. A mulher foi presa.

Entenda o caso: 

  • A mulher foi presa dentro do hospital após suspeita de envenenar o marido de 61 anos. A detenção foi feita por policiais civis da 21ª Delegacia de Polícia. Ela deve ser autuada por tentativa de homicídio.
  • A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) foi acionada pela administração do hospital para apurar o caso. “O plantão policial da 21ª DP foi acionado, mediante comunicação realizada pela administradora, após ter encontrado material semelhante a substância venenosa na cavidade oral de um paciente de 61 anos”, informou a PCDF.
  • Após as diligências feitas no local, os agentes verificaram que havia uma substância venenosa semelhante à encontrada no organismo do homem em posse da esposa.

Ainda segundo o HSM, o homem estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e durante a assistência médica, a equipe notou sinais incompatíveis com o quadro de saúde mais recente do paciente. Dessa forma, o hospital iniciou o protocolo de segurança e acionou as autoridades.

A unidade de saúde ainda afirmou estar colaborando integralmente com as apurações e destaca adotar protocolos rigorosos de segurança assistencial e institucional, com base nas diretrizes do Ministério da Sáude e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Esses procedimentos incluem monitoramento clínico contínuo e treinamento permanente das equipes para identificação precoce de qualquer alteração fora do padrão esperado”, diz. 

Além disso, a clínica contou que em casos atípicos, as medidas de controle de acesso e restrição preventiva de áreas, bem como registro e apuração interna dos fatos, são imediatamente adotados e comunicados à Polícia.

Ódio e suposto estupro

Em conversa com o Metrópoles, a delegada Elizabeth Frade contou que a suspeita admitiu, em depoimento, ter colocado veneno na boca da vítima durante a visita hospitalar e que a motivação do crime seria ódio que ela nutria pelo marido. Ela ainda mencionou um suposto estupro cometido por ele contra a sua filha. Tais acusações serão alvos de investigações.

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