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Distrito Federal

Homem que agrediu menino em festa junina diz que filho sofre bullying

Douglas Parisio alega ter reagido após presenciar nova agressão contra o filho, que estaria sendo atacado por colega desde o início do ano

16/06/2025 13:59, atualizado 16/06/2025 15:17
Material cedido ao Metrópoles
Homem que agrediu menino em festa junina diz que filho sofre bullying

O homem que agrediu um menino durante uma festa junina escolar em Vicente Pires, no Distrito Federal, afirmou que sua reação “foi motivada por meses de omissão da escola diante de casos de bullying sofridos por seu filho”.

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (16/6) por meio de uma nota assinada pela advogada de Douglas Parisio (foto em destaque).

De acordo com o comunicado, o filho de Douglas teria sido alvo de agressões físicas e psicológicas por parte de um colega. A família afirma que já havia alertado a direção da escola diversas vezes, sem que medidas eficazes fossem tomadas.

A reportagem procurou a direção da escola. O espaço segue aberto para manifestações.

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O que aconteceu:

  • Durante a festa junina em um colégio em Vicente Pires (DF), Douglas Parisio pulou o alambrado e invadiu o palco onde crianças se apresentavam.
  • No palco, ele agrediu um menino de 4 anos, empurrando-o ao chão e o segurando pelo pescoço, o que causou pânico entre pais e alunos.
  • Pais que assistiam à apresentação imobilizaram Douglas e o afastaram para a lateral do palco.
  • A agente da Polícia Civil Mariane Barbosa, que acompanhava a festa como mãe, identificou-se como policial e deu voz de prisão a Douglas.
  • Ele reagiu à abordagem e desferiu um tapa no rosto da policial.
  • Equipes da Divisão de Operações Especiais (DOE) da PCDF e da Polícia Militar foram acionadas e chegaram rapidamente ao local.

“No episódio amplamente divulgado, o Sr. Douglas presenciou, com os próprios olhos, mais uma agressão praticada contra seu filho, ocorrida diante de todos, em pleno palco da escola”, diz a nota.

Segundo a defesa, a cena levou Douglas a ter uma “reação emocional extrema”.

A advogada reconhece que o pai errou ao agredir a criança e diz que ele está “arrependido, triste e envergonhado”. Ainda de acordo com a nota, o homem está à disposição das autoridades e pretende responder legalmente pelos atos cometidos.