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Distrito Federal

"Grupos criminosos têm atuado na grilagem", diz Celina sobre invasões.

Governadora afirmou que o GDF tem intensificado o combate à grilagem de terrenos públicos na capital federal

21/07/2026 13:08, atualizado 21/07/2026 14:44
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES
“Grupos criminosos têm atuado na grilagem”, diz Celina sobre invasões

O Governo do Distrito Federal (GDF), anunciou, nesta terça-feira (21/7) a intensificação no combate contra a grilagem de terrenos públicos da capital. Segundo a governadora Celina Leão (PP), grupos criminosos têm atuado em grilagem de terras, lesando a boa fé de pessoas em situações de vulnerabilidade.

“São grupos criminosos que têm atuado grilando a terra, cobrando de outras pessoas a boa fé. Ontem nossa polícia conseguiu prender em flagrante um indíviduo, porque tinha um recibo dentro carro, valores do parcelamento do solo”, afirmou a governadora.

A referida prisão ocorreu nessa segunda-feira (20/7) na região de Santa Luzia, na Cidade Estrutural. Segundo a PMDF, após um trabalho de inteligência, um indíviduo suspeito de parcelamento irregular do solo foi abordado e preso em flagrante com várias notas relacionadas a compras com escritas desconexas, um facão e um martelo.

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O suspeito foi levado para a Delegacia Ambiental (DEMA). A detenção do suspeito ocorreu durante uma operação para impedir o reinício de um loteamento irregular que vinha se estabelecendo em uma área do Parque Nacional de Brasília. Segundo a DF Legal, no total, foram desconstituídas 146 estruturas precárias de madeira e lona e recolhidos seis caminhões-caçamba com materiais inservíveis.

Uma nova operação foi realizada nesta terça-feira (21/7) com o objetivo de impedir o avanço da grilagem.

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Realocação

A governadora afirmou que o GDF tem atuado para garantir moradia às pessoas em situação de vulnerabilidade social.

“Nós abrimos um decreto para 10 mil lotes com a Codhab atendendo aquelas pessoas mais vulneráveis que estão na lista da Codhab. Ou seja, nós não estamos de braços cruzados e vamos cuidar dessa questão de vulnerabilidade, mas isso [grilagem] não é o caminho”.