Greve da saúde: TRT exige manutenção de 70% dos funcionários nas UPAs

Determinação visa garantir manutenção de serviços essenciais durante greve dos auxiliares e técnicos em enfermagem do Distrito Federal

atualizado

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Fachada da UPA foi depredada após anúncio de restrição no atendimento pediátrico - Metrópoles
1 de 1 Fachada da UPA foi depredada após anúncio de restrição no atendimento pediátrico - Metrópoles - Foto: <p>Kebec Nogueira/Metrópoles<br /> @kebecfotografo</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

Diante da greve anunciada pelo Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem (Sindate-DF), com início previsto para esta terça-feira (10/6), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) acionou a Justiça do Trabalho para a manutenção dos serviços prestados à população.

Assim, o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) determinou que, durante o movimento grevista, seja mantido um mínimo de 70% dos profissionais escalados, para garantir o funcionamento dos locais administrados pelo instituto, como hospitais e unidades de pronto-atendimento (UPAs).

Em caso de descumprimento do percentual mínimo estabelecido, a decisão judicial prevê multa diária de R$ 30 mil, diretamente para o sindicato da categoria, além de outras sanções legais cabíveis.

A determinação visa assegurar os atendimentos essenciais, com prioridade para casos de urgência e emergência.

Ao Metrópoles a diretora do Sindate-DF, Josy Jacob, disse que a categoria definirá os rumos do movimento durante assembleia nesta manhã.

“Nós não vamos nos intimidar com a questão dos 70%. Até porque hoje, nas UPAs e nos hospitais gerenciados pelo Iges-DF, nós já temos um dimensionamento precário. Então, tirar 30% ou 70% não vai fazer tanta diferença, porque já existe uma sobrecarga, já existe um déficit. Então, qualquer número que nós venhamos a tirar do local de trabalho, isso vai impactar”, comentou Josy.

O Iges-DF reforçou que segue aberto ao diálogo com o Sindate-DF e na busca por soluções que respeitem os direitos dos trabalhadores e, ao mesmo tempo, assegurem a continuidade e a qualidade da assistência prestada à população.

“Vamos continuar até a gente ter uma contraproposta razoável por parte do Iges-DF”, acrescentou a sindicalista.

Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF)

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