GDF retoma projeto para combater violência contra as mulheres na capital

O Jornada Zero Violência contra Mulheres e Meninas será retomado após parceria com o governo federal. As 33 cidades serão percorridas

atualizado 11/11/2020 16:11

Jornada Zero Violência contra Mulheres e MeninasAgência Brasília

A Secretaria de Mulher do DF vai retomar o projeto Jornada Zero Violência contra Mulheres e Meninas. Em novembro de 2019, a iniciativa começou como piloto, mas, em 2021, volta para fazer uma marcha pelas 33 regiões administrativas da capital e convidar a população a se engajar no desafio de combater a violência contra a mulher.

A retomada será possível porque a pasta fechou, nesta quarta-feira (11/11), parceria com a Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

O convênio é no valor de R$ 210 mil e servirá para desenvolver ações de combate a todas as formas de violência de gênero. O orçamento disponibilizado para a execução do Jornada Zero é resultado de uma emenda parlamentar da deputada federal Flávia Arruda (PL/DF). O início se dará em março de 2021.

Serão visitadas 33 regiões administrativas do DF e cidades do Entorno até outubro do próximo ano. A primeira cidade a receber o programa será Santa Maria.

“O convênio tem o desafio de mobilizar a sociedade civil com ações de divulgação e de fortalecimento da rede de enfrentamento a todas as formas de violência de gênero. Para isso, vamos percorrer as cidades e apresentar à população os equipamentos que existem para acolher as mulheres em situação de vulnerabilidade social e de violência”, afirmou a secretária da Mulher do DF, Ericka Filippelli.

Para a presidente da Comissão Externa de Combate à Violência Contra a Mulher na Câmara dos Deputados, deputada Flávia Arruda o único caminho para diminuir a violência contra a mulher é uma ação integrada, e não apenas da segurança pública.

“É indispensável trabalhar em todas as frentes, da conscientização na infância até a punição de agressores e a proteção das vítimas”, reforçou.

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