GDF recomeça estudos para consolidar PPP da Transbrasília

Governo quer via de ligação direta entre Samambaia, Taguatinga, Park Way, Águas Claras, Guará e Brasília

atualizado 10/06/2019 21:29

André Borges/Esp. Metrópoles

O Governo do Distrito Federal (GDF) criou um grupo de trabalho com o objetivo de sanear os entraves jurídicos e administrativos do projeto para a construção da Transbrasília, chamada de Avenida das Cidades. O objetivo é abrir uma via de ligação direta entre Samambaia, Taguatinga, Park Way, Águas Claras, Guará e Brasília.

O projeto também inclui o aterramento da rede de fios de energia que passa pelo trajeto, que totaliza 26 quilômetros de extensão. A proposta ainda envolve a construção de setores habitacionais, parques e comércio às margens da pista.

A Secretaria de Projetos Especiais do GDF desengavetou e passou a analisar a documentação da parceria público-privada (PPP), parada desde 2017.

“A secretaria vem, junto a todas as áreas envolvidas, buscar superar e resolver todos os óbices institucionais e legais para encaminhar o quanto antes os dados, estudos e pareceres atualizados, para que as áreas técnicas envolvidas possam, o quanto antes, liberar e divulgar o projeto”, comentou o secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros.

Depois da recente concessão do complexo do Arenaplex – que incluiu o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, o Complexo Aquático Claudio Coutinho e o Ginásio Nilson Nelson –, a Transbrasília é uma das principais PPPs na agenda do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB). O chefe do Executivo espera lançar o edital e começar a obra até o fim do mandato, em 2022.

Em linhas gerais, a empresa ganhadora da futura licitação fará todas as obras de infraestrutura, em troca da autorização para explorar comercialmente os novos setores erguidos durante a construção. O custo inicial é de R$ 3 bilhões.

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