GDF cria cartão que dá R$ 280 para compra de uniforme escolar; entenda

A iniciativa promete mudar a forma como os estudantes da rede pública recebem seus fardamentos. As peças serão de malharias credenciadas

atualizado

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Renato Alves/Agência Brasília
Ibaneis programa escolar
1 de 1 Ibaneis programa escolar - Foto: Renato Alves/Agência Brasília

O governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta quarta-feira (1º/10), o projeto de lei que institui o Programa Cartão Uniforme Escolar no Distrito Federal.

A iniciativa promete mudar a forma como os estudantes da rede pública recebem seus uniformes. Inspirado no Cartão Material Escolar, o novo modelo permitirá que os responsáveis comprem as peças diretamente em malharias credenciadas do DF.

O chefe do Palácio do Buriti pontuou que 2,8 milhões de peças serão confeccionadas e que pretende pedir ao Banco de Brasília (BRB) linhas de crédito para as malharias do Distrito Federal.

“A gente faz esse trabalho assistencial como moeda de valorização das pessoas. Esse é um programa que traz dignidade para as famílias, para os alunos, gera emprego e renda e dá outras oportunidades. Ele dará alegria ao coração das mães. Seja das mães costureiras, ou mães de alunos”, destacou o governador Ibaneis.

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Com a nova proposta, esse processo ficará a cargo das próprias malharias, liberando os gestores escolares para se dedicarem nas atividades pedagógicas e administrativas prioritárias.
A iniciativa promete mudar a forma como os estudantes da rede pública recebem seus uniformes. Inspirado no sucesso do Cartão Material Escolar, o novo modelo permitirá que os responsáveis comprem as peças diretamente em malharias credenciadas do DF.
O chefe do Palácio do Buriti  pontuou que 2,8 milhões de peças serão confeccionadas e que pretende pedir ao Banco de Brasília (BRB) linhas de crédito para as malharias do Distrito Federal.
"São dois enxovais. De inverno e verão. A média de valor estimada será de R$ 40 por peça.  Vamos investir mais de R$ 200 milhões na confecção. Estamos muito felizes em contribuir com geração de emprego e renda".
Atualmente, os uniformes são adquiridos por meio de pregões eletrônicos. A última licitação resultou na contratação de seis empresas, todas de fora do Distrito Federal, localizadas em estados como Goiás, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Para valorizar a produção local e tornar o processo mais ágil e eficiente, a SEEDF optou por adotar um sistema semelhante ao do Cartão Material Escolar.
Dessa forma, as famílias terão mais opções de escolha e as crianças poderão experimentar as peças antes da compra, facilitando a adequação de tamanhos e melhorando a logística.
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Dessa forma, as famílias terão mais opções de escolha e as crianças poderão experimentar as peças antes da compra, facilitando a adequação de tamanhos e melhorando a logística.

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Com a nova proposta, esse processo ficará a cargo das próprias malharias, liberando os gestores escolares para se dedicarem nas atividades pedagógicas e administrativas prioritárias.
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Com a nova proposta, esse processo ficará a cargo das próprias malharias, liberando os gestores escolares para se dedicarem nas atividades pedagógicas e administrativas prioritárias.

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A iniciativa promete mudar a forma como os estudantes da rede pública recebem seus uniformes. Inspirado no sucesso do Cartão Material Escolar, o novo modelo permitirá que os responsáveis comprem as peças diretamente em malharias credenciadas do DF.
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A iniciativa promete mudar a forma como os estudantes da rede pública recebem seus uniformes. Inspirado no sucesso do Cartão Material Escolar, o novo modelo permitirá que os responsáveis comprem as peças diretamente em malharias credenciadas do DF.

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O chefe do Palácio do Buriti  pontuou que 2,8 milhões de peças serão confeccionadas e que pretende pedir ao Banco de Brasília (BRB) linhas de crédito para as malharias do Distrito Federal.
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O chefe do Palácio do Buriti pontuou que 2,8 milhões de peças serão confeccionadas e que pretende pedir ao Banco de Brasília (BRB) linhas de crédito para as malharias do Distrito Federal.

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"São dois enxovais. De inverno e verão. A média de valor estimada será de R$ 40 por peça.  Vamos investir mais de R$ 200 milhões na confecção. Estamos muito felizes em contribuir com geração de emprego e renda".
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"São dois enxovais. De inverno e verão. A média de valor estimada será de R$ 40 por peça. Vamos investir mais de R$ 200 milhões na confecção. Estamos muito felizes em contribuir com geração de emprego e renda".

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Atualmente, os uniformes são adquiridos por meio de pregões eletrônicos. A última licitação resultou na contratação de seis empresas, todas de fora do Distrito Federal, localizadas em estados como Goiás, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Para valorizar a produção local e tornar o processo mais ágil e eficiente, a SEEDF optou por adotar um sistema semelhante ao do Cartão Material Escolar.
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Atualmente, os uniformes são adquiridos por meio de pregões eletrônicos. A última licitação resultou na contratação de seis empresas, todas de fora do Distrito Federal, localizadas em estados como Goiás, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Para valorizar a produção local e tornar o processo mais ágil e eficiente, a SEEDF optou por adotar um sistema semelhante ao do Cartão Material Escolar.

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A expectativa é fomentar a economia local e aliviar a carga administrativa das escolas.
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A expectativa é fomentar a economia local e aliviar a carga administrativa das escolas.

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A iniciativa promete mudar a forma como os estudantes da rede pública recebem seus uniformes. Inspirado no sucesso do Cartão Material Escolar, o novo modelo permitirá que os responsáveis comprem as peças diretamente em malharias credenciadas do DF.
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A iniciativa promete mudar a forma como os estudantes da rede pública recebem seus uniformes. Inspirado no sucesso do Cartão Material Escolar, o novo modelo permitirá que os responsáveis comprem as peças diretamente em malharias credenciadas do DF.

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O governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta quarta-feira (1º/10), o projeto de lei que institui o Programa Cartão Uniforme Escolar no Distrito Federal.
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O governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta quarta-feira (1º/10), o projeto de lei que institui o Programa Cartão Uniforme Escolar no Distrito Federal.

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A expectativa é fomentar a economia local e aliviar a carga administrativa das escolas.

A medida tira das escolas a função de distribuir os uniformes e passa para as malharias, que tem a expertise necessária. Também ajuda os pais na hora de buscar as peças de seus filhos, escolhendo o tamanho ideal de cada uniforme.

Atualmente, os uniformes são adquiridos por meio de pregões eletrônicos. A última licitação resultou na contratação de seis empresas, todas de fora do Distrito Federal, localizadas em estados como Goiás, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina.

A Secretaria de Educação, Hélvia Paranaguá, enfatizou que o benefício dará direito a compra de sete peças por estudante e será entregue à 400 mil alunos do DF, totalizando R$ 280.

“São dois enxovais. De inverno e verão. A média de valor estimada será de R$ 40 por peça. Vamos investir mais de R$ 200 milhões na confecção. Estamos muito felizes em contribuir com geração de emprego e renda”.

O edital para credenciamento das malharias será lançado no próximo dia 10 de outubro. O cartão será entregue às famílias, até janeiro.

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, salientou que o cartão deverá ser gerado de forma virtual. Eles serão reutilizados ano a ano.

Facilidade para escolas e famílias

Além de impulsionar a economia do DF, o Cartão Uniforme Escolar também busca desburocratizar a logística dentro das escolas. Hoje, a gestão de entrega dos uniformes exige que os diretores recebam grandes volumes de peças, façam a separação por tamanhos e organizem a distribuição às famílias, acumulando ainda mais responsabilidade.

Com a nova proposta, esse processo ficará a cargo das próprias malharias, liberando os gestores escolares para se dedicarem nas atividades pedagógicas e administrativas prioritárias.

A proposta também é uma resposta a uma antiga demanda do setor produtivo local, especialmente do Sindicato das Indústrias de Vestuário no Distrito Federal (Sindivest), que sempre pleiteou o fortalecimento das malharias do DF.

Dessa forma, as famílias terão mais opções de escolha e as crianças poderão experimentar as peças antes da compra, facilitando a adequação de tamanhos e melhorando a logística.

O padrão de tecidos, cores e modelos dos uniformes será mantido, conforme já ocorre nos editais de pregão.

A produção dos uniformes pelas malharias locais deve começar ainda neste segundo semestre de 2025.

A Secretaria de Educação acredita que a adesão das malharias será expressiva, assim como ocorreu com o Cartão Material Escolar, que hoje já conta com cerca de 600 papelarias credenciadas. A produção local também permitirá que os uniformes sejam entregues com mais agilidade e menor risco de atrasos, problema frequente quando a produção dependia de fábricas de outros estados.

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