GDF altera edital e contratará mais 102 médicos para o combate à Covid-19

Além do preenchimento das vagas imediatas, estão previstas 51 para reserva. Profissionais reforçarão quatro unidades de saúde e o Samu

atualizado 02/12/2020 18:09

Abraham Popocatl/Unsplash

O Governo do Distrito Federal (GDF) alterou o edital do processo seletivo simplificado emergencial aberto para reforçar a linha de frente no combate à pandemia do novo coronavírus. Em vez da previsão inicial de contratação de 52 médicos, com 26 para cadastro de reserva, o certame chamará 102 profissionais da saúde, com 51 para reserva.

A data de inscrições também sofreu alterações – agora, de 7 de dezembro a 22 de dezembro de 2020. A carga horária para clínica médica será de 20h, com remuneração de R$ 6.327. As informações estão no Diário Oficial do Distrito Federal desta quarta-feira (2/12).

Veja:

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Além de compor o quadro de profissionais do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), do Hospital Regional de Brazlândia e da Unidade Avançada Móvel do Samu do DF, o processo seletivo reforçará a clínica médica do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e do Hospital Regional de Planaltina.

O HRC preencherá 36 vagas imediatas, com 18 de reserva. Estão previstas 26 para o Samu, com 13 para cadastro reserva. O Hran receberá 16 profissionais, sendo que oito ficarão em cadastro reserva. A unidade de Planaltina terá mais 14 médicos, com sete de reserva. Dez médicos vão compor o quadro do Hospital Regional de Brazlândia — cinco ficarão em cadastro reserva.

Reforço de temporários no HRC

O Hospital de Campanha de Ceilândia também receberá 229 profissionais de saúde temporários para ocupar vagas imediatas na unidade, reforçando o atendimento. Primeiramente serão convocados, entre os dias 7 e 11 deste mês, 150 técnicos de enfermagem e 44 enfermeiros, aprovados no Processo Seletivo Emergencial da Secretaria de Saúde (SES) de junho. Até janeiro de 2021, serão selecionados mais 35 médicos clínicos temporários.

De acordo com a subsecretária de Gestão de Pessoas, Silene Almeida, a partir do momento em que forem contratados, os primeiros enfermeiros e técnicos de enfermagem serão direcionados para o hospital de campanha. “Antes disso, faremos um treinamento de uma semana com eles, para passar informações sobre a assistência e como funciona a rede, dando subsídios para eles trabalharem”, conta.

Com relação aos médicos, até que os temporários sejam selecionados, será feito um remanejamento dos profissionais que já atuam na rede pública, com oferta de plantões por Trabalho em Período Determinado (TPD) para eles atenderem a demanda na fase inicial de funcionamento do hospital de campanha. “Estamos trabalhando para suprir o quanto antes o quadro de profissionais para o pleno funcionamento da unidade”, informa a gestora.

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