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Distrito Federal

Fortes chuvas alagam diversos pontos no DF

Pistas estão alagadas na W3, na L2 e na L4, além de outros pontos. Trânsito está complicado na EPTG e na Epia

21/01/2016 16:20, atualizado 21/01/2016 22:17
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Leronardo Arruda/Esp. Metrópoles
Fortes chuvas alagam diversos pontos no DF

A tempestade que caiu na tarde desta quinta-feira (21/1) causou transtorno aos brasilienses em diversos pontos do Distrito Federal. As pistas próximo ao Balão do Aeroporto, trechos da L2, da L4 e da W3 e pontos no Lago Sul estão alagados. Os serviços do metrô foram suspensos entre a estação Asa Sul (perto do Zoológico) e a 114 Sul por mais de três horas. Por volta das 19h40 os trechos interditados foram liberados, e os vagões voltaram a circular no horário de pico em velocidade reduzida, o que causou grande tumulto na volta do brasiliense para casa.

Fortes chuvas alagam diversos pontos no DF - destaque galeria
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Carro boiando na Cidade do Automóvel
Tesourinha da 116 Sul
Aguaceiro na L2 Norte
EPTG sob forte chuva
Alagamento no Setor Policial
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Alagamento no Setor Policial

Bombeiros/Divulgação
Carro boiando na Cidade do Automóvel
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Carro boiando na Cidade do Automóvel

Bombeiros/Divulgação
Tesourinha da 116 Sul
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Tesourinha da 116 Sul

Bombeiros/Divulgação
Aguaceiro na L2 Norte
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Aguaceiro na L2 Norte

Arquivo Pessoal
EPTG sob forte chuva
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EPTG sob forte chuva

Romeu Cardoso

As pancadas de chuva que têm atingido o Distrito Federal todos os dias desde o início do ano já ultrapassaram, em 21 dias, a média esperada para todo o mês de janeiro – segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Com a chuva desta quinta-feira (21/1), já caíram 301 milímetros de água no DF. O número é bem maior que a média para o mês, que é de 247 milímetros. Números preliminares indicam que só na tarde desta quinta (21) foram 42,8 mm.

Apesar das constantes pancadas de chuva, este mês ainda está bem longe de ser o mais chuvoso da história da capital. Esse recorde pertence a janeiro de 1979, quando choveram 602 milímetros.

A previsão do Inmet para os próximos dias é de mais chuva, no entanto, a partir da semana que vem, o sol deve voltar a aparecer entre nuvens durante o dia.

Metrô
Os passageiros do metrô que saíam de Ceilândia, Taguatinga, Guará, Águas Claras e Samambaia tiveram que descer na estação Asa Sul durante a intedição e pegar ônibus para a Rodoviária do Plano Piloto. E quem saiu da Rodoviária, só conseguiu ir até a 114 Sul.

O DFTrans informou que a empresa Piracicabana colocou ônibus em circulação entre a estação Asa Sul e a 114 Sul para atender os passageiros do metrô.

Alagamentos em vários pontos
A Estrada Parque Taguatinga-Guará (EPTG) também sofreu com a chuva em alguns pontos,prejudicando o trânsito, assim como a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia). Na 205/206 Sul, uma árvore caiu.

O viaduto da entrada do Guara I pela EPTG ficou interditado pelo Corpo de Bombeiro por medida de prevenção e segurança, já que o nível da água impossibilitou a entrada e saída da cidade por esse acesso. O trânsito foi desviado para EPTG sentido SIA, para o retorno a Taguatinga. Quarenta minutos depois, o viaduto foi liberado.

Alguns comerciantes da Feira dos Importados precisaram retirar as mercadorias das vitrines para o prejuízo não ser ainda maior. Os corredores de acesso às lojas ficaram completamente alagados. Muitos veículos estão retidos na 601/602 Sul, próximo à OAB, devido a dificuldade de trafegar. Uma grávida entrou em trabalho de parto e precisou ser levada pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

O trabalho dos bombeiros foi intenso em outras áreas da Asa Sul. Um casal de idosos foi resgatado após o carro deles ficar preso em uma tesourinha na 109/110 Sul, que estava alagada.

A via em frente à Polícia Federal, no Setor Policial Sul, está praticamente parada devido a um alagamento. A água da chuva também invadiu a 6ª Delegacia de Polícia (Planaltina). Na Cidade do Automóvel a água tomou conta de vários espaços e lojas.

Fábio Arruda/Arquivo pessoalMais cedo, em Águas Claras, bastaram 30 minutos para que a chuva causasse uma série de transtorno. O volume de água alagou ruas e comprometeu o acesso dos pedestres nos principais pontos da cidade.

A rua da estação de metrô Águas Claras ficou cheia de água, assim como a Avenida Pau Brasil. “Bastam poucos minutos para alagar. É revoltante”, reclama o bancário Fábio Dias, que atravessa pelo local para ir ao trabalho todos os dias.

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