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Distrito Federal

Feminicida que matou namorada em casa é condenado a 21 anos de prisão

Gustavo Brito de Carvalho foi condenado por matar Priscila Borges Teixeira com golpe de objeto perfurocortante no pescoço, em 2022

24/01/2025 15:14, atualizado 24/01/2025 16:50
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Divulgação / PCDF
Acusado preso - Metrópoles

O Tribunal do Júri de Taguatinga condenou Gustavo Brito de Carvalho (foto em destaque) a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio da então namorada dele, a arquivologista Priscila Borges Teixeira. O julgamento ocorreu nessa quinta-feira (22/1).

Os jurados aceitaram a qualificadora de feminicídio apresentada pela acusação. Além disso, Gustavo tinha condenações anteriores por dois roubos e por corrupção de menores.

À época do feminicídio ele cumpria pena em liberdade; por isso, essas circunstâncias foram levadas em conta para aumentar da pena do acusado.

Antes do assassinato, Gustavo e Priscila mantinham um relacionamento amoroso e decidiram morar juntos em Taguatinga. No entanto, a relação se tornou conturbada, com brigas constantes e agressões.

Veja imagens:

Feminicida que matou namorada em casa é condenado a 21 anos de prisão - destaque galeria
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Gustavo deu facada no pescoço da namorada
Acusado foi condenado a 21 anos de prisão
Priscila e Gustavo namoraram por cerca de seis meses
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Priscila e Gustavo namoraram por cerca de seis meses

Imagens cedidas ao Metrópoles
Gustavo deu facada no pescoço da namorada
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Gustavo deu facada no pescoço da namorada

Divulgação PCDF
Acusado foi condenado a 21 anos de prisão
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Acusado foi condenado a 21 anos de prisão

Divulgação PCDF

Em junho de 2022, Gustavo usou um objeto perfurocortante para atacar a companheira com um golpe no pescoço. Depois, ele fugiu. A vítima foi encontrada morta pela mãe, que havia ido visitá-la, mas encontrou a porta fechada.

Vizinhos relataram que o casal brigava com frequência e, depois, reatava o namoro. Entre idas e vindas, a moça era espancada durante as discussões.

A relação abusiva durou cerca de seis meses. Após o feminicídio, o corpo dela foi encontrado em um quarto decorado com presentes e corações.

Gustavo fugiu para Jacarepaguá (RJ), onde ficou escondido por cerca de dois anos até ser encontrado e preso, em 24 de abril de 2024.

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