Familiares pedem justiça a motociclista morto por paquistanês no DF

Familiares e amigos de Gilvane Cassemiro Pereira, 52 anos, reuniram-se no local do acidente para cobrar ju

atualizado 11/08/2022 12:20

Homem negro e careca olhando para frente- MetrópolesReprodução/ Instagram

Cerca de 50 pessoas reuniram-se na Avenida Hélio Prates, na manhã desta quinta-feira (11/8), para protestar contra a liberdade do paquistanês Wasim Aftab Malik, 46 anos. O empresário é acusado de atropelar e matar Gilvane Cassemiro Pereira (foto em destaque), 52, e deixar Gustavo da Silva Santiago, 28, ferido em acidente na sexta-feira (5/8).

Wasim ganhou a liberdade provisória no sábado (6/8), após pagamento de fiança de R$ 70 mil. Ele estava bêbado quando atropelou os dois motociclistas.

“É uma manifestação por justiça. Meu marido morreu nesse acidente, e as coisas não podem passar e ficar impunes assim. Gilvane tinha muito para viver e, já que ele não pode voltar, vamos pedir para que a justiça seja feita”, afirmou a esposa da vítima, Maria da Luz Alves da Silva, 42.

Veja fotos e vídeo da manifestação

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Veja fotos da vítima:

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Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), no carro de Wasim foram encontradas garrafas de bebida alcoólica vazias. De acordo com a empresa que cuida da regularização do estrangeiro, Thagori Group, Malik tem união estável com uma brasileira e dois filhos paquistaneses.

Sinal vermelho

Segundo testemunhas, as vítimas estariam esperando o semáforo do cruzamento ficar verde quando foram atingidas. Uma das câmeras de segurança do comércio local flagrou o momento que um dos motociclistas foi arrastado pelo impacto.

O condutor foi abordado por diversas pessoas logo após a colisão. Pelas imagens, é possível ver Malik com sinais de embriaguez e sem reação após o acidente.

Uma das testemunhas diz que ele tirou a vida de uma pessoa, enquanto outra o xinga de “desgraçado” e com outros palavrões. Ele não responde e olha, desnorteado, para a multidão ao lado do carro.

Em uma das gravações, ele chega a pedir desculpas depois de perguntar se as pessoas ao redor seriam brasileiras.

Veja:

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