Família doa órgãos de menino que morreu horas após ser reanimado no DF

Os pais publicaram nas redes sociais sobre a doação: “Saber que uma parte de você vai salvar outras vidas só mostra o quanto você era luz”

atualizado

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Lorenzo Rosal Cavalcanti Santos Oliveira
1 de 1 Lorenzo Rosal Cavalcanti Santos Oliveira - Foto: Redes sociais/Reprodução

Apesar de os pais do menino de 9 anos, Lorenzo Rosal Cavalcanti Santos Oliveira (foto em destaque), que morreu neste domingo (5/4) horas depois ter sido reanimado de uma parada cardíaca no Guará (DF), decidirem doar os órgãos da criança, o procedimento não poderá ter continuidade. O motivo, segundo apuração do Metrópoles, foi o tempo de morte cerebral do menino.

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Lorenzo Rosal Cavalcanti Santos Oliveira morreu horas depois de ser reanimado pelos bombeiros
O pai e a mãe da criança lamentaram a perda nas redes sociais
A escola em que Lorenzo estudava no Guará também publicou nota de pesar nas redes sociais
Família divulgou nas redes sociais a decisão de doar os órgãos da criança
Lorenzo teve uma parada cardíaca e foi atendido pelos bombeiros
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Lorenzo teve uma parada cardíaca e foi atendido pelos bombeiros

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Lorenzo Rosal Cavalcanti Santos Oliveira morreu horas depois de ser reanimado pelos bombeiros
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Lorenzo Rosal Cavalcanti Santos Oliveira morreu horas depois de ser reanimado pelos bombeiros

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O pai e a mãe da criança lamentaram a perda nas redes sociais
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O pai e a mãe da criança lamentaram a perda nas redes sociais

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A escola em que Lorenzo estudava no Guará também publicou nota de pesar nas redes sociais
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A escola em que Lorenzo estudava no Guará também publicou nota de pesar nas redes sociais

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Família divulgou nas redes sociais a decisão de doar os órgãos da criança
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Família divulgou nas redes sociais a decisão de doar os órgãos da criança

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A decisão foi compartilhada por Eduardo Rosal Cavalcanti Santos e Eliane de Jesus Oliveira nas redes sociais. “Saber que uma parte de você vai salvar outras vidas só mostra o quanto você era luz”, postaram os pais. “Quando decidimos doar seus órgãos sabíamos que assim você viverá para sempre”, completaram os pais em publicação.

No sábado (4/4), o menino foi vítima de PCR e foi atendido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). A equipe de socorro fez, por 30 minutos, manobras de reanimação. A criança voltou aos sentidos e foi conduzida a um hospital de referência. Segundo o relato dos pais, na unidade de saúde, ele ficou em coma e horas depois morreu.

De acordo com a família, a criança tinha o diagnóstico da síndrome de Dravet, uma forma rara e grave de epilepsia genética, com início no primeiro ano de vida, caracterizada por crises convulsivas prolongadas e frequentes, muitas vezes desencadeadas por febre, e utilizava uma medicação para evitar as crises.

No entanto, segundo os pais Eduardo Rosal Cavalcanti Santos e Eliane de Jesus Oliveira, ele acabou tendo uma crise no sábado e, por isso, precisou de atendimento dos bombeiros.

Nas redes sociais, os pais da criança lamentaram a perda. “Filho está doendo tanto. Meu coração está dilacerado em saber que não terei mais você em minha vida“, postou a mãe pelas redes sociais.

O Centro de Ensino Especial 01 do Guará, escola em que o menino estudava, publicou, nas redes sociais, uma nota de pesar.

“Lorenzo partiu hoje, deixando uma grande tristeza em todos que tiveram o prazer de conviver com ele no centro. Que Deus conforte o coração de sua família, amigos e colegas neste momento tão difícil. Nossos pensamentos e orações estão com todos os familiares”.

Reanimação

O CBMDF foi acionado às 7h58 de sábado. A corporação mobilizou quatro viaturas de socorro e um helicóptero, a Aeronave Resgate 8, para a tentativa de salvamento.

Veja o salvamento:

 

No local, as equipes encontraram a criança em PCR. Imediatamente, os militares iniciaram os protocolos de reanimação cardiopulmonar (RCP), com o apoio da equipe médica da unidade avançada.

Após atuação integrada e contínua das guarnições, a PCR foi revertida após aproximadamente 30 minutos de manobras, com o restabelecimento dos sinais vitais da criança.

A vítima foi estabilizada e transportada, com prioridade, para uma unidade hospitalar de referência em uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), acompanhada pelo médico do CBMDF.

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