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Distrito Federal

Família de menina picada por escorpião ora e faz vigília em hospital. Veja vídeo

Cerca de 30 parentes, amigos e líderes religiosos participaram de vigília no Hospital Santa Lúcia, onde Valentina segue internada

22/06/2026 22:14, atualizado 22/06/2026 22:37
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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Familiares, amigos fazem corrente de oração ao lado do Hospital Santa Lúcia Norte pela recuperação da menina de 11 anos internada após ser picada por um escorpião Metropoles 4

Com lanternas erguidas em direção à UTI onde Valentina Nobre Lima, 11 anos, está internada, cerca de 30 familiares, amigos e líderes religiosos transformaram o estacionamento do Hospital Santa Lúcia na Asa Norte em um grande círculo de oração, na noite desta segunda-feira (22/6).

Entre lágrimas, abraços e vozes embargadas, o grupo iniciou a mobilização por volta das 19h30, sem horário definido para terminar. A expectativa dos participantes é permanecer no local até a madrugada, repetindo o que ocorreu em encontros anteriores, quando a corrente de fé avançou até depois das 2h.

Família de menina picada por escorpião ora e faz vigília em hospital - destaque galeria
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Com lanternas erguidas em direção à UTI, familiares pedem pela recuperação de Valentina, de 11 anos, internada em estado grave após ser picada por um escorpião
Cerca de 30 pessoas participaram da vigília de fé realizada em frente ao hospital onde a menina segue internada desde 12 de junho
Entre abraços, lágrimas e orações, parentes e líderes religiosos se reuniram para pedir um milagre na recuperação da criança
Família e amigos fazem corrente de oração por Valentina no estacionamento do Hospital Santa Lúcia Norte, na Asa Norte, na noite desta segunda-feira (22/6)
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Família e amigos fazem corrente de oração por Valentina no estacionamento do Hospital Santa Lúcia Norte, na Asa Norte, na noite desta segunda-feira (22/6)

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Com lanternas erguidas em direção à UTI, familiares pedem pela recuperação de Valentina, de 11 anos, internada em estado grave após ser picada por um escorpião
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Com lanternas erguidas em direção à UTI, familiares pedem pela recuperação de Valentina, de 11 anos, internada em estado grave após ser picada por um escorpião

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Cerca de 30 pessoas participaram da vigília de fé realizada em frente ao hospital onde a menina segue internada desde 12 de junho
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Cerca de 30 pessoas participaram da vigília de fé realizada em frente ao hospital onde a menina segue internada desde 12 de junho

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Entre abraços, lágrimas e orações, parentes e líderes religiosos se reuniram para pedir um milagre na recuperação da criança
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Entre abraços, lágrimas e orações, parentes e líderes religiosos se reuniram para pedir um milagre na recuperação da criança

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A criança segue hospitalizada em estado grave após ser picada por um escorpião enquanto calçava o tênis dentro de casa, no Riacho Fundo I.

Enquanto seguem em corrente de oração, os familiares dizem se apegar à fé e aos sinais considerados positivos observados nos exames mais recentes. Segundo o cunhado da menina, Thiago Saúde, 41 anos, um exame Doppler identificou pequenos estímulos cerebrais, resultado que renovou a esperança da família. “Estamos aqui para que essa história vire testemunho”, afirmou.

Internada desde 12 de junho, Valentina foi socorrida após ser picada por um escorpião dentro de casa. Segundo Thiago, a própria menina relatou ter sofrido mais de uma picada. “Ela chegou lúcida ao hospital e me contou que levou mais de três picadas. Na hora, ela não conseguiu tirar o tênis”, disse.

Para a família, porém, o que mais contribuiu para o agravamento do quadro foram as horas seguintes ao acidente. Thiago afirma que houve demora para transferir a menina do Hospital Regional do Guará (HRGu) para uma unidade com suporte especializado e que, inicialmente, o caso não foi considerado grave.

“O que deixou ela grave, na realidade, foi a demora que nós tivemos para sair do Hospital do Guará para chegar aqui. A gente não estava conseguindo achar a viatura para fazer a transferência. O médico falou para ela só voltar porque o estado dela não era considerado grave”, relatou.

Segundo ele, quando a transferência finalmente ocorreu, horas importantes para o tratamento já haviam sido perdidas. “Quando ela chegou aqui, já era por volta das 9h da noite. Nós perdemos, sete horas de atendimento com ela. Sete horas importantes. Com certeza, poderia ter evitado muita coisa”, afirmou.

Atualmente, conforme o familiar, a principal preocupação dos médicos é a condição neurológica da menina. Valentina sofreu três paradas cardiorrespiratórias durante o tratamento, sendo uma delas com duração aproximada de 40 minutos.

“Hoje o cérebro foi prejudicado por conta dessas paradas. A questão que está pegando mesmo é a neurológica”, explicou.

Criança comunicativa

Descrita pelos familiares como uma criança comunicativa, alegre e muito ligada à religião, Valentina costumava brincar de ser pastora nos intervalos da escola.

“Ela não para quieta. É muito alegre. Na hora do intervalo, ela brinca de ser pastora e gosta de usar óleo ungido em todo mundo. A gente brinca dizendo que ela é nossa pastorinha”, contou o cunhado.

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