Faccionado morto em operação no RJ morou no DF e assaltou hotel em Caldas Novas

Éder Alves de Souza, 37 anos, conhecido como “Disquete”, chegou a morar no DF e participou de dois roubos na cidade goiana

atualizado

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Éder Alves de Souza
1 de 1 Éder Alves de Souza - Foto: Arte/Metrópoles

Um dos faccionados do Comando Vermelho que morreu durante a megaoperação, que ocorre no Rio de Janeiro desde terça-feira (28/10), participou de assaltos em Caldas Novas (GO), em 2017, e chegou a morar no Distrito Federal.

Éder Alves de Souza, 37 anos, conhecido como “Disquete”, teve a morte confirmada pelo Governo de Goiás. Além dele, outros três criminosos, foragidos da Justiça goiana, foram mortos no Rio de Janeiro durante a megaoperação. São eles: Adan Pablo Alves de Oliveira, Marcos Vinicius da Silva Lima e Rafael Resende Ferreira.

O Metrópoles apurou que Éder foi condenado, em 2023, pela 2ª Vara Criminal (Comarca de Caldas Novas) a 14 anos, seis meses e 12 dias de reclusão, em regime inicial fechado, por participar de assaltos na cidade de Caldas Novas.

Os roubos

Os crimes ocorreram em janeiro de 2017. Durante a madrugada, Éder roubou um carro, utilizando uma arma de fogo. No momento da abordagem, ele chegou a chutar o dono do veículo e ainda levou o celular da vítima.

Mais tarde, Éder se juntou a dois comparsas e foram até um hotel, onde cometeram um novo roubo. No local, eles se apresentaram como representantes comerciais de bebidas, o que facilitou o acesso ao interior do estabelecimento.

Em seguida, Éder e um dos criminosos anunciaram o roubo, enquanto o terceiro comparsa ficou do lado de fora do setor financeiro do hotel, ameaçando os funcionários com uma arma de fogo. De acordo com a sentença, o trio levou cerca de R$ 10.580 dos cofres do hotel.

Além do dinheiro, o grupo levou os celulares dos quatro funcionários que foram abordados no hotel e fugiram do local com o carro roubado anteriormente por Éder Alves.

Celular rastreado

A Polícia Militar de Goiás (PMGO) foi acionada e conseguiu localizar o trio por meio do serviço de rastreamento do celular de um dos funcionários do hotel.

Assim que perceberam a chegada dos militares, Éder e os comparsas dispensaram parte do dinheiro roubado e tentaram fugir, mas foram presos. Segundo a sentença, ele tinha endereço no DF, na QNL 59, em Taguatinga Norte.

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