Segundo o atual diretor de relações governamentais da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), ele volta para casa, mas ainda com problemas. “Vou para casa curado, com 40% do pulmão comprometido ainda, mas livre 100% da Covid”, disse.
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Os testes laboratoriais confirmaram que o medicamento é capaz de conter a capacidade viral de mutações, como a Ômicron e a Delta, classificadas como variantes de preocupação pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
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Idosos e pessoas com comorbidades, como doenças cardíacas, pulmonares ou obesidade, e os imunossuprimidos apresentam maior risco de desenvolver complicações mais sérias da Covid-19
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No início da pandemia, os principais sintomas associados à doença eram febre, cansaço, tosse seca, dores no corpo, congestão nasal, coriza e diarreia
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Dois anos depois da confirmação do primeiro caso, com o surgimento de novas variantes do coronavírus, a lista de sintomas sofreu alterações
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Pacientes passaram a relatar também calafrios, falta de ar ou dificuldade para respirar. Fadiga, dores musculares ou corporais, dor de cabeça, perda de olfato e/ou paladar, dor de garganta, náusea, vômito e diarreia também fazem parte dos sintomas
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A variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia, espalhou-se rapidamente pelo mundo e gerou um novo perfil da doença
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Atualmente, ela se assemelha a um resfriado, com dores de cabeça, dor de garganta, coriza e febre, segundo um estudo de rastreamento de sintomas feito por cientistas do King's College London
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A mudança no perfil dos sintomas é um desafio no controle da pandemia, uma vez que as pessoas podem associá-los a uma gripe comum e não respeitar a quarentena, aumentando a circulação viral
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Um estudo feito no Reino Unido, com 38 mil pessoas, mostrou que os sintomas da Covid-19 são diferentes entre homens e mulheres
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Enquanto eles costumam sentir mais falta de ar, fadiga, calafrios e febre, elas estão mais propensas a perder o olfato, sentir dor no peito e ter tosse persistente
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Os sintomas também mudam entre jovens e idosos. As pessoas com mais de 60 anos relatam diarreia com maior frequência, enquanto a perda de olfato é menos comum
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A maioria das pessoas infectadas que tomaram as duas doses da vacina sofre com sintomas considerados leves, como dor de cabeça, coriza, espirros e dor de garganta
O jornalista compareceu ao posto de saúde localizado na L2 Sul, em Brasília, mas a antecipação do calendário estava restrita ao dia anterior marcado na carteira de vacinação dele. Por isso, foi impedido de receber a chamada D2.
Além dele, a companheira Marina Toledo e o filho dela, Luís Henrique Toledo, também testaram positivo para a doença e estão com sintomas leves.
“Fiquei 1h40 na fila e na hora de ser atendido a pessoa responsável não aceitou, porque a data que eu havia tomado a primeira dose estava com 1 dia de desconformidade”, relatou.
O episódio ocorreu no dia 1º de setembro, poucos dias antes de o jornalista ser infectado pela doença. Jaime acredita que o contato com o vírus teria ocorrido na cidade de São Paulo (SP), onde tem desempenhado a nova função.
A Secretaria de Saúde informa que “a antecipação da segunda dose somente é autorizada com base em análises técnicas, levando em consideração o número de pessoas que têm marcado o dia de retorno aos pontos de vacinação e o estoque disponível na rede”, explicou.
Ainda de acordo com o texto, “conforme foi anunciado em coletiva de imprensa, hoje é possível antecipar a D2 de Pfizer para quem tem marcada a dose de complemento do ciclo vacinal até o dia 27 de outubro. Quando for possível, a pasta irá anunciar nova antecipação”.