Estudantes do DF disputam torneio nacional de tecnologia em São Paulo
Jovens de Taguatinga e Sobradinho competem em modalidades como FLL, FRC e Stem Racing
atualizado
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Crianças e jovens de Taguatinga e Sobradinho disputarão torneios de robótica e competições de tecnologia e inovação, em São Paulo, entre os dias 5 e 8 de março. Os estudantes integram as equipes do Serviço Social da Indústria do Distrito Federal (Sesi-DF).
Das seis equipes, três disputarão a modalidade First Lego League Challenge (FLLC). Uma concorrerá na categoria First Robotics Competition (FRC) e duas a Stem Racing. Na competição, os alunos concorrerão a vagas em disputas internacionais.
Entenda as modalidades
A FLLC propõe desafios relacionados ao tema da temporada: arqueologia. Durante a competição, cada grupo desenvolve uma solução ou melhora uma existente por meio de um projeto. Disputam a categoria as equipes Atomics, Aion-X e Albatroid, compostas por alunos de 9 a 15 anos do Sesi Taguatinga.
A equipe Atomics vai apresentar a película removedora inorgânica de minerais em amostras (Prima), solução que auxilia na limpeza de resíduos em amostras colhidas por arqueólogos; a Aion-X desenvolveu o estojo inflável para transporte de artefatos arqueológicos (Eitaa Bag), que transporta artigos arqueológicos com uma barreira de ar que evita impactos; e a Albatroid elaborou a busca de indícios de grande porte ocultos (Bingo), uma solução para ajudar profissionais na fase pré-escavação em sítios arqueológicos.
Na FRC, a proposta é desenvolver um robô. Os estudantes do ensino médio, que defenderão o Sesi-DF e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), apresentarão o projeto de um robô de porte industrial que pode ter até 76,2 cm de altura e peso de até 52,18 kg.
Já a modalidade Stem Racing, disputada por jovens de 14 a 19 anos, trata-se de uma competição que une ciência, engenharia e velocidade cuja proposta é que as equipes façam protótipos de carros de corrida para acelerar em uma pista de 20 m de comprimento, além de elaborar um plano de negócio que inclua busca de apoiadores, marketing, estratégias para mídias sociais e até um projeto social, que pode ser usado como critério de desempate.
Junto ao carro de corrida, o grupo Axis elaborou um projeto social que consiste em uma pulseira inteligente que identifica alterações fisiológicas associadas ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). O grupo Harpia levará o protótipo Aelo V2 e um projeto social com foco socioambiental com oficinas de produção e plantio de “bombas” de sementes nativas do Cerrado.








