“Dra. Frankestein”: dentista acusada de deformar pacientes é solta

Valéria Martins Ribeiro estava presa desde 28 de maio. Ela é acusada de deformar o rosto de 13 pacientes em procedimentos estéticos

atualizado

metropoles.com

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1 de 1 dentista-presa - Foto: Reprodução / Redes sociais

A Justiça do Estado de Goiás determinou a soltura da dentista Valéria Martins Ribeiro (imagem em destaque), de 33 anos. A “Dra. Frankestein” foi presa pela Polícia Civil (PCGO), em 28 de maio, acusada de deformar o rosto de pacientes em procedimentos estéticos malsucedidos. A decisão é de segunda-feira (1°/6).

A profissional se apresentava como especialista em lipo de papada, rinoplastia e bichectomia nas redes sociais. As vítimas relataram à polícia que os procedimentos resultaram em infecções, deformidades, fibroses, necroses, cicatrizes permanentes e outras complicações graves.

Uma das pacientes chegou a correr risco de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, de acordo com a investigação, recebeu cuidados da própria dentista em casa.

Segundo a corporação, inicialmente foram registradas sete queixas contra a dentista. No entanto, após a prisão, o número de denúncias subiu para 13.

Procurada pela coluna Na Mira, a advogada Caroline Bittar, que até então atuava na defesa de Valéria, informou que não representa mais a investigada. A reportagem continua tentando contato com a nova defesa. O espaço segue aberto para manifestações.

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Clínica onde dentista atendia foi interditada
Valéria Ribeiro
Dentista foi presa por deformar ao menos sete pacientes
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Dentista foi presa por deformar ao menos sete pacientes

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Clínica onde dentista atendia foi interditada
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Clínica onde dentista atendia foi interditada

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Valéria Ribeiro
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Valéria Ribeiro

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Prisão e interdição da clínica

A operação foi realizada por agentes do 4º Distrito Policial de Goiânia, com apoio da Vigilância Sanitária. Além do mandado de prisão preventiva, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, e determinado o sequestro de bens avaliados em aproximadamente R$ 600 mil.

 

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A dentista foi presa durante a operação
Já a clínica onde ela atendia foi interditada
O consultório da dentista fica em Goiânia
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O consultório da dentista fica em Goiânia

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A dentista foi presa durante a operação
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A dentista foi presa durante a operação

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Já a clínica onde ela atendia foi interditada
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Já a clínica onde ela atendia foi interditada

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De acordo com a PCGO, a investigada realizava procedimentos incompatíveis com a habilitação profissional. Embora atuasse como cirurgiã-dentista, ela não possuía qualificação para executar cirurgias plásticas nem procedimentos bucomaxilofaciais de maior complexidade.

Em nota, o Conselho Regional de Odontologia de Goiás (CROGO) informou que a profissional mantém registro ativo e que acompanha o caso.

O conselho ainda ressaltou que procedimentos estéticos e cirúrgicos faciais, como lipoaspiração de papada, rinoplastia, otoplastia e blefaroplastia, só podem ser executados por cirurgiões-dentistas devidamente habilitados e com especialização comprovada na área.

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